FIC

Vá ao FIC e fique no FIC, que vale muito a pena! Desculpem estar armada em publicitária mas antes de ir de férias devia ter-me lembrado de avisar que este ano o festival cultural de Cascais tinha outra vez convidados de peso, entre eles Paul Auster ou Arundhati Roy, cujos livros novos saíram em Portugal há relativamente pouco tempo (ainda vai a tempo de ouvir Paul Auster, no dia 10!). Na altura em que ambos disseram que sim ao convite que a Câmara de Cascais lhes fez, nenhum dos dois sabia que eram concorrentes, pois só mais tarde foi anunciada a lista dos candidatos ao Man Booker Prize deste ano e ambos estão entre os escolhidos (respectivamente, com os romances 4 3 2 1 e O Ministério da Felicidade Suprema). Mas, além deste par, o FIC recebe Rosa Montero e Selva Almada, duas autoras que escrevem em castelhano mas de gerações e países distintos (Espanha e Argentina), bem como Hélia Correia, Nuno Júdice, Manuel Alegre, José Tolentino Mendonça e muitos mais. Além de literatura, há música – e Salvador Sobral estará no Casino para interpretar os poemas ingleses de Alexander Search. Vamos lá?

Comentários

  1. Emílio Gouveia Miranda8 de setembro de 2017 às 02:24

    Venha, FIC, desfrute.
    Bora lá!

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  2. Se tal fosse possível, adorava estar presente.
    O cartaz é de luxo e não só pelos nomes que referiu...

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  3. Só vou se houver " farturas"!
    Mentira:)

    Estou a ler o Ministério da Felicidade Suprema e pelo que me é dado a entender, é tão difícil como o da Administração Interna.
    No entanto o que dizer de um livro fascinante, quando os personagens se tornam pessoas e começamos a empatizar.
    E de repente a casa fica cheia de gente que só costuma aparecer na amálgama cinzenta das fotografias das massas.
    E vivem.
    Como é que ela faz? A Arundhati? -para entrar nos quartos secretos, na geografia, na pele...

    E pergunto-te ó livro, é por ser na Índia ou é da condição humana?


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  4. Bom mesmo era morar lá perto e poder ver tudo, pois vai ser até ao fim do mês e a programação é aliciante.
    Como não é o caso, resta-me estar lá em pensamento e tentar ver uma ou outra reportagem.
    :-) Antonieta

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  5. O FIC também não me está ao alcance da mão, mas o programa é aliciante. O ministério da felicidade suprema é um bom livro. De uma tristeza alucinante. Por dentro do imaginário, a sustentá-lo, está a denúncia. Não é apenas a realidade da Índia, é a nossa. Impressiona.

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    Respostas
    1. Na verdade só me apetece dizer, Obrigado Beatriz.
      Pela lucidez.

      Bom fim de semana

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