A oeste

Amanhã começa mais um festival Livros a Oeste, organizado pela Câmara Municipal da Lourinhã (é a sexta edição!), cuja programação é desde o início traçada pelo crítico e jornalista João Morales (também responsável pela rubrica Recordar os Esquecidos, de que já aqui falei, na Livraria Almedina, em Lisboa). Além de uma feira do livro, como é costume, haverá actividades ligadas às escolas (concursos literários, conversas com autores, peças de teatro) e outras abertas ao público, que poderá assistir a mesas-redondas, tertúlias, leituras de poesia e apresentações de livros até ao dia 13, destacando-se a sessão em torno da última edição de O Canto e as Armas, de Manuel Alegre, comemorando o cinquentenário da publicação, com a presença do autor. O festival inclui ainda exposições – uma da ilustradora Tânia Clímaco, outra, feita por alunos de um agrupamento de escolas, de microcontos e microlivros (deve ser micro-engraçada!), outra feita por professores. No último dia à noite, para um fecho em beleza, haverá um concerto de Sérgio Godinho. Cristina Norton, Miguel Real, Rui Zink e Fernando Pinto do Amaral estão entre os escritores convidados. Mais informações no blogue do festival:


 


http://livrosaoestefestival.blogspot.pt/

Comentários

  1. Emílio Gouveia Miranda8 de maio de 2017 às 01:11

    Excelente notícia! Boa semana literária.

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  2. Partilho com quem não leu esta entrevista a Francisco Vale, editor da Relógio D´Água. Muito interessante.
    Sobre o amor aos livros e ao negócio dos livros.
    https://sol.sapo.pt/artigo/560548/francisco-vale-no-processo-da-concentracao-editorial-a-babel-foi-o-que-correu-pior

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    1. Muito obrigado, muito interessante a entrevista. E fico muito satisfeito por saber que Agustina está numa editora que realmente se interessa pela Literatura!
      Francisco Vale sempre me mereceu admiração, pelo seu trabalho e não negócio no mundo dos livros.

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  3. Nas criações de origem local quantos dinossauros irão surgir?

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  4. António Luiz Pacheco8 de maio de 2017 às 02:36

    Portanto, a Oeste nada de novo?

    Remeto-me logo para Júlio César Machado, jornalista e escritor do século XIX que dedicou muitas páginas ao Oeste, aos escritores e ao maravilhoso na literatura. Também escreveu roteiros de viagens e coligiu apontamentos sobre usos, costumes e personagens daquela região.

    Vale a pena recordar aqui a sua memória, neste local Extraordinário.

    Sabiam que o Oeste foi berço de bastantes escritores e jornalistas? A Manuela Moura Guedes seguiu essa tradição, eheheh!

    Saudações do Oeste Atlântico, Sul... cá da Cidade Morena!

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    1. Ó Pacheco, mas a Manuela Moura Guedes é escritora, jornalista?

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    2. A Judite de Carvalho também parece que já é escritora também. O grupo dos jornalistas-escritores cada vez mais cresce em Portugal.

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    3. Ó Pacheco nesse dia o Manuel Alegre não pode ir contigo à caça...

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    4. António Luiz Pacheco8 de maio de 2017 às 07:16

      Estamos no defeso, ó Severino...

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    5. Penso que estará a referir-se à jornalista Judite Sousa, ou não?
      É que a Maria Judite de Carvalho, que foi mulher do Urbano Tavares Rodrigues - e a quem Agustina chamou 'flor discreta da nossa literatura' - foi, de facto, uma talentosa escritora.
      Antonieta

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    6. Obviamente, basta ler o que escrevi para perceber que me referia à jornalista.

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    7. Desculpe, mas para mim não era assim tão óbvio. Não vejo muita televisão - apenas tenho a generalista - e há muitos/as jornalistas que não conheço nem de nome.
      Obrigada por ter respondido.
      Antonieta

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    8. O Pacheco nem sabes como gostei desta palavra DEFESO -há quanto tempo não a ouvia nem a lia. É que agora já não há, praticamente, defeso o negócio não deixa, não te esqueças que o negócio come come tudo...

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  5. (desculpem incomodar) - João Morales não é aquele (responsável???) que acabou com a revista "OS MEUS LIVROS" sem qualquer explicação nem ao menos dizer água vai?

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    1. Tinha acabado de pagar a assinatura respeitante a um ano, quando a revista acabou. À minha pergunta se podia recuperar o dinheiro, respondeu uma senhora (já não me lembro do nome, nem interessaria estar aqui a dizer quem foi) que não havia ainda a certeza de que a revista iria acabar. Se sim, claro que o dinheiro seria devolvido. Foi a última coisa que ouvi desses lados.
      Enfim, não foi pelo dinheiro, que nem era assim tanto. Mas podiam ter dado uma explicaçãozinha, nem que fosse para dizer algo do género: lamentamos, mas a situação não nos permite devolver.
      De resto, gostava muito da revista, assinei-a durante alguns anos e recebia-a aqui na Alemanha.

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    2. E pavoneia-se esta gente pelos "salões" sem qualquer peso na consciência nem ponta de vergonha. É preciso desmascará-los em vez de toda a gente lhes passar a mão pelo pêlo...

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  6. Bom dia a todos!

    Eu vou estar aqui, neste festival

    «10h15 # Apresentação do livro “As Fabulosas Histórias da Tapada de Mafra”, -
    de Cristina Carvalho, com a presença da autora. Este livro foi publicado em Outubro 2016 por Sextante / Porto Editora
    Público-alvo: 5.º e 6.º anos da EB 2,3 da Lourinhã
    Local: Auditório da Escola

    Cristina Carvalho

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    1. António Luiz Pacheco8 de maio de 2017 às 04:20

      Ora... e atão n'havera de lá estar, sua saloia? Inda p'ro cima parece qu'é prima lá da coxinha... ahahah!

      Um beijo cá da Cidade Morena!

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    2. Ahahahah! Este meu amigo é demais!

      Beijos aqui do Oeste

      Cristina Carvalho

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    3. Cristina, o público-alvo poderá ser o dos 5o. e 6o. anos, mas qualquer adulto ficará maravilhado ao ler esse pequeno grande livro. Aconteceu comigo, senti-me novamente criança ao ler todas aquelas aventuras e ao ver as belíssimas fotografias do Nanã Sousa Dias.
      Pena não poder lá estar...
      :-) Antonieta

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  7. Cláudia da Silva Tomazi8 de maio de 2017 às 05:42

    Dizem que Lourinhã a "terra da loba".

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    1. António Luiz Pacheco8 de maio de 2017 às 07:30

      Gosto muitíssimo do Oeste, vizinho do meu Bairro Ribatejano, basta passar Rio Maior!
      Particularmente da tranquila e próspera Lourinhã, onde tenho muitos amigos, das suas gentes com quem muito trabalhei - cheguei a colaborar na Lourifrutas e fui um dos fundadores da Associação Interprofissional de Hortícolas do Oeste.
      Tanto quanto sei, a toponímia Lourinhã (aliás no Oeste muito curiosa, com nomes como Abufarda, Mariquiteira, Trabalhia, Marteleira, Matacães, Varatojo... ) deriva do louro/loureiro. A história da loba não conheço!
      Todavia é uma região muito rica em histórias fantásticas e que julgo alberga muito da mitologia original dos seus povos mais antigos e depois dos novos... celtas, francos, latinos, moiros. Lobisomens, assombrações, entes fantásticos, moiras encantadas são frequentes e ainda hoje existem ali bruxos famosos...

      Saudações cá deste lado do Atlântico!

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    2. Cláudia, por aqui a Lourinhã é mais conhecida por ser "a terra das pegadas de dinossaurios".
      E também das belíssimas praias.
      :-) Antonieta

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    3. Os celtas chegaram tão a sul? Não sabia.
      E a quem se refere com "latinos"? Aos romanos?

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