Fronteira

Entre hoje e dia 1 de Abril, realiza-se em Castelo Branco o Festival Literário Fronteira, segundo os seus organizadores, «para discutir o futuro e a esperança, o papel do público e o dos líderes, a forma como vamos relacionar-nos em sociedade daqui em diante, fazendo pontes com a literatura». Haverá debates, lançamentos de livros, entrevistas de vida, leituras de poesia, visitas a escolas e, claro, uma feira do livro, até porque muita gente vai querer autógrafos dos autores convidados, entre os quais se contam Álvaro Laborinho Lúcio, Fernando Pinto do Amaral, Kalaf Epalanga, Patrícia Portela ou Rui Cardoso Martins. Mas o ponto alto parece ser a sessão que juntará os actores Lídia Franco e Vítor de Sousa, que falarão dos muitos projectos em que participaram lado a lado e das suas memórias mais gratas na televisão e nos palcos. Se estiver por perto, não falte. A programação completa pode ser descarregada no link abaixo. Viva a descentralização.



https://mega.nz/#!1ZkF2CBL!BbeOwsmuk6e2v-qAKGK1WN9fdY4KCB-E7y0QDuSRUGg

Comentários

  1. António Luiz Pacheco29 de março de 2017 às 03:15

    Parece um programa aliciante... e sim, há vida no interior!

    Saudações cá da terra do Kalaf!!!!!

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  2. Denomina-se Fronteira e decorre perto da fronteira mas o programa parece pretender ultrapassar largamente a fronteira da literatura. Ainda bem. Também a designação do centro cultural (CCCB) ultrapassa a do CCB.

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    1. Ainda ultrapassa mais, amalivros, pois é CCCCB - Centro de Cultura Contemporânea de Castelo Branco, o que são cês a mais, digo eu.
      Mas eles lá sabem: era para ser Centro Cultural Maria João Pires, mas depois mudaram de ideias.
      E que saudades eu tenho de Belgais - um oásis neste deserto cultural - mas acabou...
      Antonieta

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  3. - C4B, não seria mais fácil?
    Será que são gagos???

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    1. e assim parecia uma fórmula química:)

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  4. Estivemos em Belgais na mesma noite, Antonieta, num serão dedicado a José Gomes Ferreira enquanto compositor. É realmente uma grande pena ter acabado.
    E tem razão, fui parco em C's. Centro de Cultura Contemporânea de Castelo Branco deixa o CCB a distância ainda maior.

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    1. Não sei se a distância que interessa é a do número de Cês. Mas é sempre bom quando a cultura medra no interior do país.

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    2. Pois estivemos, amalivros, foi em 15/02/2003 - fui procurar o programa e encontrei - era dedicado à Escandinávia.
      Destaque para o compositor Eduard Grieg, versão para dois pianos, por Maria João Pires e Ricardo Castro: magníficos!
      As peças do José Gomes Ferreira foram executadas pelo João Aboim, jovem pianista que também foi o "motorista" que nos veio buscar a Castelo Branco, numa carrinha de Belgais, dado as camionetas alugadas já estarem cheias. Descobri isto entre perplexa e divertida, quando o vi a tocar piano nem queria acreditar. Aliás ali todos trabalhavam, a Maria João também estava na cozinha a servir sopas nos intervalos.
      Uma mulher absolutamente extraordinária, uma pianista admirável e de uma simplicidade incrível.
      E deixámo-la ir embora...
      Antonieta

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