Prémio LeYa

O prazo para envio de candidaturas ao Prémio LeYa 2016 acabou há uns dias e, na verdade, ainda não sei quantas pessoas concorreram este ano. Desde as duas primeiras edições, a média de originais enviados tem subido muito – e no ano passado julgo que o número de romances de língua portuguesa oriundos de variados países (os emigrantes também concorrem) que se candidataram rondou os 350, mas há três anos tivemos uma verdadeira enchente: mais de 500... O Coro dos Defuntos, de António Tavares, uma obra aquiliniana, foi o vencedor do ano passado e, embora tenha sido publicado em Novembro, só domingo terá lugar na Feira do Livro, pelas 19h00, a sua entrega. Contamos, claro, com o presidente do júri, Manuel Alegre, entre outras individualidades, para fazer as honras da casa. A sessão é aberta ao público, pelo que, se quiser aparecer, considere-se desde já convidado. Até lá.


 


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Comentários

  1. Emílio Gouveia Miranda3 de junho de 2016 às 02:07

    Ainda não li, mas já comprei.

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  2. António Luiz Pacheco3 de junho de 2016 às 03:41

    Polémicas aparte - mas isso sempre as haverá a propósito de tudo e mais alguma coisa, sobretudo no nosso torrão natal tanto pela nossa má-língua endémica como pela habitual falta de transparência dos nossos decisores em geral - sem dúvida que o Prémio Leya se tornou uma referência!

    Já li premiados/finalistas muito bons (no sentido de que gostei) e outros que nem por isso (não gostei, portanto...) mas digo com sinceridade que me parece haver de facto um crescendo na qualidade dos autores. Congratulo-me por isso enquanto leitor!

    Em tempos concorri... ahahah! Foi no ano em que não foi atribuído por falta de qualidade! Tinha que ser... ahahah! Por isso não voltei a concorrer, até porque nunca mais escrevi nenhum "romance" e deste modo estou ainda a contribuir para elevar a qualidade da escrita em Portugal, ahahah!

    Saudações humoradas cá da Cidade Morena!
    PS - Rir faz bem ao fígado, pelo que espero que o riso me ajude a completar o tratamento com chá de borututu que iniciei recentemente!

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  3. António Luiz Pacheco3 de junho de 2016 às 03:45

    Nota: Um dos melhores livros que li até hoje, "O rasto do jaguar" de Murilo Carvalho, foi justamente um dos primeiros Prémio Leya, e colocou-me a fasquia muito alta... tão alta que depois caiu abruptamente nos anos seguintes. Como digo, recentemente e nos últimos 2 anos acho que voltou a subir, se bem que ainda não àquele nível! Compreende-se.
    Só me espantou "A rainha do cine Roma", não ter vencido... outro grande romance/livro...

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  4. Ah o Aquilino,
    do que me foi lembrar! Tenho que voltar a lê-lo.
    Prefiro o original, que li num tempo em que o tempo se multiplicava infinitamente.
    Com o dicionário ao lado, pois então, agora a tarefa é mais fácil, com os iPad.
    Como achei o nome terrível, " O coro dos defuntos", numa época de tanta crise, de tanto horror.
    Se fosse supersticioso até me esconjurava todo só de ver aquele nome. E não é porque tenha medo dos defuntos, não gosto é do Coro, que apela para a tragédia. E dessa estou farto.
    Que tendência para o suplício, até na atribuição dos prémios!
    E para além disso o Aquilino tem um humor fabuloso, coisa que eu não consegui vislumbrar até meio do livro( onde me fartei).
    Caro Peixoto
    Já anotei os livros que referiu ( como sempre):)
    Embora o tempo seja de cerejas, saboreie os maboques, que também são deliciosos!

    PS: O "Quem me dera ser onda" entra no programa nacional de leitura?

    Saudações
    Puck

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    1. António Luiz Pacheco3 de junho de 2016 às 04:39

      É Pacheco... podia ser Peixoto, mas não é... eheheh!
      Maboques, a laranja de macaco é bom para quem gosta de coisas ácidas...

      Leya... perdão, leia! Porque vai gostar, são dois grandes livros e "A rainha do cine Roma" é um abanão daqueles que desde Jorge Amado não levava!

      Saudações cá dos ananases do Balombo e da Bela Vista, e dos abacates!

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    2. Oop's não é Peixoto é Pacheco.
      Vá-se lá confiar num duende!;)

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    3. António Luiz Pacheco3 de junho de 2016 às 11:16

      Prontos... pode ser Peixeco! Tive uma amiga que julgava que eu era Peixeco , de alcunha por causa já então da minha mania pela pesca submarina... escuso de dizer que Peixe-seco e Papo-seco foram outros tantos epítetos com que fui galardoado no liceu e juventude...

      Eheheh! Saudações e votos de Bom Fim de Semana, duendescos, ou o que calhe pois já deve haver pirilampos por aí!

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  5. Domingo não é o meu dia, mas desejo a todos os intervenientes uma tarde bem passada no meio das gentes que lêem. E muitas vendas bem dispostas.

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  6. Deve estar a começar, a festa. Pena, mas nem de avião lá chegava.

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