Literatura em Chaves
A partir de amanhã e até dia 17, realiza-se em Chaves o Ponte Escrita – primeiro Encontro de Escritores Luso-Galaico, que resulta de um projecto apresentado por Altino Rio ao orçamento participativo de 2015 da Câmara Municipal daquela cidade. Amanhã, os escritores irão visitar as diversas escolas do concelho e à noite, pelas 20h00, realiza-se um jantar e serão cultural na Adega do Faustino, com a participação dos escritores e aberto ao público através de inscrição. No sábado, realiza-se uma visita guiada pela cidade de Chaves com o objectivo de os escritores conhecerem melhor a cidade e assim terem inspiração para depois desenvolverem um conto que será uma espécie de roteiro literário sobre a cidade. A colectânea será editada ainda este ano. O ilustrador Richard Câmara fará um diário gráfico de todo o encontro. Os escritores convidados são: Anton Cortizas Amado, Cristina Carvalho, Elena Gallego Abad, Francisco José Viegas, Herculano Pombo, Inma López, João Madureira, José Carlos Barros, Tiago Salazar, José Fanha, Manuel Araújo, Nuno Camarneiro, Olinda Beja, Paulo Moreiras, Rita Taborda Duarte, Richard Câmara e Rui Vieira. Se estiver por ali, não falte.
Vou estar atento aos desenhos do Richard. Boa escolha para reportagem gráfica do Encontro. Felizmente as cidades portuguesas vão percebendo o potencial destes Encontros de cultura. A cultura merece mais atenção da parte dos governos. A administração local vai percebendo isso.
ResponderEliminarHá que apostar, desenvolver, divulgar, manter a literatura, que diabos!
EliminarNós latinos, ibéricos e Sul-europeus temos uma antiga e forte tradição de imaginário, de maravilhoso, de contar histórias... c'um raio!
Porque carga d'água é que se não há-de recuperar e potenciar essa nossa idiossincrasia? Que a levámos para a América, sim, nós os latinos e os ibéricos em particular! Vejam como se manteve e desenvolveu na América do Sul.
Como frutificou por entre ditaduras e crises políticas, sociais, económicas gravíssimas, a despeito do baixo rendimento e instrucção escolar.
Voltando ao tema de ontem: é a leitura a forma mais barata de entretenimento, de formação, de informação. Alguma dúvida?
Porque não a mais popular?
Divulgue-se, e sobretudo escreva-se ou dê-se a ler às pessoas aquilo que elas gostam e querem ler... é o Rodrigues dos Santos? Seja... quero lá saber desde que se leia, depois logo se chegará aos grandes autores, mas que se comece por baixo, e sobretudo que se ponham os escritores a falar com o público e a mostrarem que não são uns chatos do caraças, que ninguém entende, uns tipos estranhos e sorumbáticos que vivem enclausurados no seu pensamento ou uns tresloucados, boémios, bêbados e anti-sociais!
Recupere-se a leitura, o gosto pela leitura e editem-se os escritores e as obras populares.
Saudações popularmente leitoras, cá da Cidade Morena!
Sabe, há o risco de quem gosta de Rodrigues dos Santos não andar em frente. De poder até ler outros autores e continuar a preferi-lo. Conheço quem. E é classe média e leitora em grau maior. Temos que aceitar os gostos, mesmo que discutíveis.
EliminarQue é sempre preferível ler
Excelente iniciativa!
ResponderEliminarBons encontros em Chaves, cidade que desconheço.
ResponderEliminarAcompanhei de perto o esforço e a dedicação do homem que sonhou esta Ponte Escrita. Fico contente por ver uma iniciativa destas, ainda por cima aqui, à minha porta. Trás-os-Montes merece, o Altino também.
ResponderEliminarE eu que gosto tanto de Chaves!!! Se fosse mais perto estava lá caída, até porque me parece ser um encontro bem interessante.
ResponderEliminarBeijos