Em Abril livros mil
Não há meses melhores nem piores para quem gosta de ler e lê naturalmente todo o ano; mesmo assim, dou comigo a sonhar com os dias compridos do Verão para neles caberem ainda mais leituras – e sobretudo as que nada tenham que ver com a profissão, já que, no resto do ano, são centenas as páginas lidas por obrigação e relativamente poucas, em comparação, as profundamente desejadas. E, no entanto, decerto porque Portugal não lê o suficiente, duas entidades – a Câmara Municipal de Lisboa e a Associação Portuguesa de Editores e Livreiros – lançam neste mês de Abril a campanha «Ler em todo o lado». Vai ser, pois, na capital, um período cheio de actividades para todas as faixas etárias, com vista a incentivar os hábitos de leitura dos Portugueses: exposições, leituras públicas, sessões de autógrafos, feiras de rua ou horas dedicadas ao conto, tudo isto e muito mais preencherá os dias que faltam para chegar Maio. Vale a pena estar atento a este programa de promoção da leitura.
É que ler, diria eu, é a actividade lúdica mais barata de todas... ou não é?
ResponderEliminarUm livro (novo, que há usados...) custa em média uns 15€.
Dá bem para uma semana...
Se for de uma biblioteca, então é práticamente grátis!
Quanto custa um bilhete para um espectáculo? Quanto dura?
Quanto custa ir ao cinema? Quanto tempo dá?
Creio que dividindo custo pelo tempo, o livro bate a todos...
Resta a TV, pois, mas essa também tem custos... uma TV é um investimento pesado logo à cabeça, mais a box, a antena, etc.
Parece-me que em tempos de crise ou fora dela, o livro é de facto o entretenimento que fica mais económico!
Vivam os livros!
Extraordinárias são as horas que passamos a ler!
Saudações entusiásticamente livrescas cá da Cidade Morena
Ora agora é que era uma boa oportunidade para o Pacheco carregar um burro com livros e levá-lo até à capital, para fazer ver aos congéneres lisboetas como se lida com burros – perdão: com livros.
EliminarLer é bom. Ler o que é nacional é melhor!
ResponderEliminarSinto-me contaminado pelo entusiasmo do Extraordinário Pacheco. Se não gostasse de livros, passava a gostar.
ResponderEliminarParecem-me interessantes estas iniciativas da Câmara e da Associação. E como moro em Lisboa vou abordar o programa para participar no que se oferecer.
Se pudesse convencia a organização a trazer da Cidade Morena à Cidade Branca um dos mais entusiastas cultivadores do livro e da leitura.