Felicidade a norte
No ano passado, Índice Médio de Felicidade, de David Machado, foi um dos vencedores do Prémio da União Europeia para a Literatura. O romance, publicado em 2013, fala de uma família que enfrenta a terrível crise que assolou certos países da Europa (neste caso, Portugal), mas debruça-se sobretudo na esperança de um homem a quem acontece tudo, mas que nunca desiste de tentar ser feliz, até porque tem filhos e o futuro destes depende também da sua força. Estava na altura de comemorarmos o feliz galardão e decidimos fazê-lo a norte desta vez, já que, na altura em que o livro foi publicado, as apresentações decorreram todas na capital. Teremos, de resto, convidados de luxo que nos vão ajudar a aumentar o nosso índice médio de felicidade: a jornalista Teresa Sampaio e o escritor Valter Hugo Mãe – além, claro, do autor. A conversa promete e espero que possam fazer-nos companhia na Invicta amanhã à noite. O convite aí fica, para se orientarem.
Livro magnífico e muito feliz me deixa o facto de ter ganho tal galardão. Do mesmo autor também a ler: "Deixem falar as pedras".
ResponderEliminarBom fim de semana.
Parabéns a David Machado, e por conseguinte à literatura nacional!
ResponderEliminarEsperemos que seja publicado noutras línguas, e que possa dar uma boa imagem da nossa gente.
Penso que um escritor oriundo da área da economia e gestão, tem muito a dizer sobre a nossa situação e pode bem interpretá-la e caracterizá-la, como ele faz.
E, não é o único atenção... Pedro Almeida Sande faça o favor de se chegar à frente! Depositamos em si as maiores esperanças!
Um grande abraço aos Extraordinários comparsas e votos de um Extraordinário fim de semana, enviados cá da Cidade Morena.
O anónimo supra sou eu... mas creio que não deixava dúvidas...
EliminarPor que razão não fazem esta apresentação nas Correntes de Escritas?
ResponderEliminarIsso é que seria a verdadeira Felicidade a Norte.
Querido Joaquim Jordão a felicidade faz vez a importância a qualidade a paixão. Toma lá (exemplo) de quando era Atena do Norte a de Edimburgo.
EliminarNão nego a minha curiosidade neste livro...
ResponderEliminarUm título literário assim, que invoca a felicidade e o faz num certo ambiente tecnocrático é todo um apelo à sua fruição. Sê-lo-á na próxima Primavera Autónoma da Leitura.
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