Também eu desejo a Maria do Rosário e restante pessoal que sejam boas todas as festas: a passagem do ano, a eleição do(a) Presidente, a estabilidade na governação, o Carnaval, o Stº António, o S. João, o Campeonato, a Taça, o mais que houver, a praia, as Correntes de Escritas, a Escritaria, as castanhas do outono, as vindimas, ... etc. Que não faltem motivos para festejar, é o que desejo.
Ó caraças! Esqueci-me do 25 de Abril. A minha cabeça já não é o que era. Peço desculpa. É favor colocar "25 de Abril" ali entre o Carnaval e o Stº António - e, chegada a altura, beber um copo à saúde.
Grato. Já fui ao pátio transmitir os seus cumprimentos ao velho sapo. O caso é que, já lá vão uns tempos, está sozinho. Não sei que diabo se passa, que os outros, mais jovens, desapareceram / emigraram mais cedo do que é normal. Isto deve ser por causa do clima, que anda desregulado. Ainda há bocado, ao fim da tarde, estive na varanda do meu posto de trabalho a fumar o meu cigarrito antes de picar o ponto da saída, e não é que andava por ali a esvoaçar um bando de andorinhas?! Estamos no fim de Dezembro, não é tempo de andorinhas. Isto deve ser coisa da tal Conferência Mundial do Clima, ou lá como é que se chamava aquilo que houve há dias em Paris. Os políticos puseram tudo ao contrário, e agora, em pleno Inverno, faz calor nos Alpes, há fogos florestais no norte de Espanha, andam transtornados os meus sapos por causa das andorinhas que sobrevoam Amarante. Ia dizer " Porra para esta merda ", mas simplifico dizendo que no meu tempo não havia nada disto. Quer dizer: temos de fazer um novo 25 de Abril. Nem que seja já em Janeiro, 25 de Abril é como o Natal: é sempre que um homem quiser. É por isso que se diz: "25 de Abril sempre!" (...mas é melhor adiar um pouco, não fazer já em Janeiro, para não perturbar a eleição da primeira mulher Chefe do Estado da Europa).
Estão aí todos? Mesmo todos? Espero bem que sim. Fecharam-se as portas da casa antiga para sempre e agora temos de viver neste apartamento experimental para onde trouxe o básico, mas que ainda necessitará provavelmente de umas obras. De vez em quando, farei os meus erros ou faltarei à chamada, tirando talvez tempo para aprender a arrumar este novo espaço. Veremos como corre. Por favor, vão dando o vosso feedback. Ora, num regresso ao passado, tomo o primeiro dia do mês para falar do melhor livro que li nas férias: chama-se Pirilampo e foi escrito por Natalia Litvinova, uma bielorrussa que vive em Buenos Aires desde os dez anos (foi para lá em 1996) e que escreve em espanhol, tendo ganho o Prémio Lumen de Romance com este seu livro que fala essencialmente de uma família que vivia muito perto de Chernobyl quando se deu a explosão na Central Nuclear e da influência desse incidente na vida de todos. Com avanços e recuos, a autora compõe as memórias (algumas inventadas) da narrad...
No dia do lançamento do novo romance de valter hugo mãe, encontrei imensa gente indignada com o facto de o autor da crítica ao livro publicada no Ípsilon da véspera – outro escritor (José Riço Direitinho) – lhe ter dado apenas duas estrelas e meia. A indignação, porém, não vinha só de se dar nota quase negativa ao romance (cinco estrelas é o máximo) – até porque algumas das pessoas escandalizadas ainda não o tinham lido –, mas de, nesse mesmo suplemento, terem sido classificados com quatro estrelas livros de autores de um nível literário francamente mais baixo, como José Rodrigues dos Santos ou Mónica Marques. Na verdade, se os leitores se guiarem por estas classificações para saberem que livros devem ou não ler, a situação pode ser perigosa e extremamente injusta, na medida em que qualquer das obras de um Escritor (com E), mesmo que gore de algum modo as expectativas dos seus leitores, será sempre infinitamente melhor leitura do que uma ficção menor. Parece-me, porém, que o critério ...
Há muitas razões para não se simpatizar com certas pessoas e empresas, e já sabemos que em Portugal somos peritos em detestar quem tem dinheiro e quem tem sucesso. Não surpreende, por isso, que ao primeiro desaire do festival Babell (o atraso do conferencista inaugural e a falta de auriculares para todos os membros do público ouvirem a tradução simultânea), caísse tudo em cima a martirizar os responsáveis. Foi chato, calculo, ficar duas horas ao sol à espera da vedeta (apesar de a organização do festival ter oferecido chapéus, no que esteve bem); e, segundo percebi, pior foi não se ter apercebido logo de que o alemão seria a língua de comunicação da estrela do Oriente e usar a IA para a tradução, o que provocou risadas em certos casos. Porém, sendo a primeira vez de um festival destas proporções, vá lá, podiam perdoar estas falhas, tanto mais que, ao que leio por todo o lado, o resto foi um absoluto sucesso e encheu as medidas de todos os que puderam assistir às conversas de gr...
Igualmente, Rosário. Assim como a todos os Extraordinários. Até para o ano.
ResponderEliminarTambém eu desejo a Maria do Rosário e restante pessoal que sejam boas todas as festas: a passagem do ano, a eleição do(a) Presidente, a estabilidade na governação, o Carnaval, o Stº António, o S. João, o Campeonato, a Taça, o mais que houver, a praia, as Correntes de Escritas, a Escritaria, as castanhas do outono, as vindimas, ... etc.
ResponderEliminarQue não faltem motivos para festejar, é o que desejo.
Ó caraças! Esqueci-me do 25 de Abril.
EliminarA minha cabeça já não é o que era.
Peço desculpa.
É favor colocar "25 de Abril" ali entre o Carnaval e o Stº António - e, chegada a altura, beber um copo à saúde.
25 de Abril sempre!
EliminarBom ano para si, família e chefe sapo!!
Grato.
EliminarJá fui ao pátio transmitir os seus cumprimentos ao velho sapo.
O caso é que, já lá vão uns tempos, está sozinho. Não sei que diabo se passa, que os outros, mais jovens, desapareceram / emigraram mais cedo do que é normal.
Isto deve ser por causa do clima, que anda desregulado.
Ainda há bocado, ao fim da tarde, estive na varanda do meu posto de trabalho a fumar o meu cigarrito antes de picar o ponto da saída, e não é que andava por ali a esvoaçar um bando de andorinhas?!
Estamos no fim de Dezembro, não é tempo de andorinhas.
Isto deve ser coisa da tal Conferência Mundial do Clima, ou lá como é que se chamava aquilo que houve há dias em Paris.
Os políticos puseram tudo ao contrário, e agora, em pleno Inverno, faz calor nos Alpes, há fogos florestais no norte de Espanha, andam transtornados os meus sapos por causa das andorinhas que sobrevoam Amarante.
Ia dizer " Porra para esta merda ", mas simplifico dizendo que no meu tempo não havia nada disto.
Quer dizer: temos de fazer um novo 25 de Abril. Nem que seja já em Janeiro,
25 de Abril é como o Natal: é sempre que um homem quiser.
É por isso que se diz: "25 de Abril sempre!"
(...mas é melhor adiar um pouco, não fazer já em Janeiro, para não perturbar a eleição da primeira mulher Chefe do Estado da Europa).