Lembrar
Já aqui vos falei de uma actividade organizada pelo jornalista João Morales que dá pelo nome de Recordar os Esquecidos e acontece no último sábado de cada mês, ao fim da tarde, na Livraria Almedina do Atrium Saldanha. Tem normalmente dois convidados, que escolhem uma pequena lista de livros mais ou menos esquecidos pelo público e pelas livrarias, hoje difíceis de encontrar; e sobre eles falam a quem assiste com o intuito de, pelo menos entre os presentes, conseguirem que alguns desses títulos voltem a ser lidos. Vou estar então por lá amanhã a contar dos meus queridos esquecidos; e em muito boa companhia – com o João Paulo Cotrim, editor da Abysmo e, claro, também o organizador do encontro. Falarei, entre outros, dos livros Casa de Campo, de José Donoso, Clube de Cavalheiros, de Anne Harris, Uma Barragem contra o Pacífico, de Marguerite Duras e Narciso e Goldmundo, de Hermann Hesse. Terei todo o gosto em que por lá apareçam para saber o resto.
Fui a uma sessão há uns meses , e tive logo o azar de ser cancelada porque um dos participantes faltou. Mas recentemente estive a ver no Youtube o filme de uma sessão com David Soares e Fernando Pinto Amaral:
ResponderEliminarhttps://www.youtube.com/watch?v=CHPkTzQUeC0
Acho interessante que a de amanhã juntará dois editores. Se calhar vou comparecer.
Qual delas? Houve algumas em que os convidados chegaram tarde, mas não me recordo de alguma cancelada... :) (deve ter sido alguma a que não fui)
EliminarNão lhe posso precisar; foi há vários meses.
EliminarJá sabia desta existência, mas nunca me foi possível aparecer. Acho que desta vai dar.
ResponderEliminarÉ importante que este recordar ajude a que alguns escritores não sejam 'enterrados' duas vezes (já bastou a Kim Novak...).
E a propósito de recordar, acabo de descobrir uma nova editora portuguesa chamada E-Primatur que propõe editar livros há muito desaparecidos das nossas livrarias num esquema de 'crowd-publishing'. Parece-me uma ideia muito aliciante, mas veremos se pega.
Que bela iniciativa ! Peço à Maria do Rosário para sugerir ao seu marido uma iniciativa semelhante no Porto. Afinal, apesar de sediado em Lisboa, ele trabalha para a Porto Editora e é um homem do Porto, carago !
ResponderEliminarQueridos em amar lhe está saudade.
ResponderEliminarLembrar faz arte o amor!
«Lembrar faz arte o amor!»
EliminarSublinho e repito, com convicção - porque «em amar me está a saudade».
Gostei bastante de assistir a este evento.
ResponderEliminarMas fiquei com curiosidade de saber que livro a Rosário Pedreira ia apresentar após o de José Donoso, e não o fez por falta de tempo.
Era um livro de um autor português que, infelizmente, morreu bastante jovem, há cerca de ano e meio. «A Despedida de José Alemparte» era o título. Um abraço e obrigada por ter ido.
EliminarMuito obrigado pela resposta.
EliminarCaro Luiz-Roza,
ResponderEliminarli o seu comentário, mas deixe-me esclarecer que, felizmente (podia acontecer...), não houve nenhuma sessão cancelada, nem nenhum convidado que tenha faltado, como, aliás, tem sido divulgado em fotografias das sessões (na página de facebook de cada evento, criada mensalmente, e na minha própria página de facebook).
Pode ter havido algum atraso, admito, mas tivemos sempre todos.
Ainda bem que gostou da sessão a que assistiu, conto consigo mais vezes.
Um abraço,
João Morales
Caro Luiz Santos-Roza,
ResponderEliminarPeço imensa desculpa, o seu nome saiu mal escrito.
Agora sim, está correcto.
João Morales