Tudo sobre a literatura americana

Se quer saber quase tudo sobre a literatura norte-americana, a partir do próximo dia 10 já tem como fazê-lo. À semelhança de outros anos, estão abertas as inscrições para um conjunto de sessões teórico-práticas que dão pelo nome genérico de Asas sobre a América (Ler Mais, Escrever Melhor), dedicadas a dois módulos distintos, cada um com dez sessões de 150 minutos. O primeiro abarca os Clássicos e contempla autores de poesia e prosa, como Walt Whitman, Edgar Allan Poe, Emily Dickinson, Ezra Pound, Raymond Chandler, Faulkner e Philip Roth; já o segundo vai tratar de autores contemporâneos, entre eles Lydia Davis, Cormac McCarthy, Don Delillo, Jonathan Franzen e David Foster Wallace. O método inclui dois tempos, um para ouvir falar dos autores e do seu universo literário, o outro para fazer exercícios de escrita criativa, desenvolvendo o potencial dos participantes a partir da relação estabelecida com o autor e as obras anteriormente abordados com a orientadora, a jornalista e escritora Filipa Melo. As sessões têm lugar em horário pós-laboral para facilitar as coisas. Se está interessado, os dados para a inscrição vão abaixo.


 


Valor de inscrição (por módulo): 70€


Inscrições através do email asasamerica@gmail.com ou pelo telefone 21.3935800


Local:


Auditório da FLAD, Rua do Sacramento à Lapa, 21, Lisboa


Módulo I: Segunda-feira, das 18h às 20h30 - 10/11/2014 a 26/01/2015


Módulo II: Quarta-feira, das 18h às 20h30 - 12/11/2014 a 28/01/2014


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Comentários

  1. António Luiz Pacheco5 de novembro de 2014 às 01:47

    Interessante iniciativa, sem dúvida!

    Confesso-me um apreciador da literatura Norte-americana, que será a que mais leio, a par da de expressão portuguesa!

    Mas porque será que deixam de fora alguns ícones que me parecem incontornáveis, como Hemingway, Maugham, Steinbeck, Capote, Fitzgerald, London... e até Fenimore Cooper, Melville ou Rice Burroughs?
    Fizeram todos escola, são clássicos nos seus géneros e muitíssimo lidos através de gerações ...

    Acho que fica vazio... era como dedicar a coisa à nossa literatura e deixar de fora Júlio Diniz, Aquilino, Camilo...

    Enfim, isto digo eu, traça que rói tudo o que seja livro...

    Saudações trovejadas e pluviosas do Planalto Central!!!!


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    1. Caríssimo,

      Esses autores foram tratados noutros anos. E eu noticiei aqui!

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    2. António Luiz Pacheco5 de novembro de 2014 às 03:23

      Ah!
      Não me recordo. Estava deveras admirado e sem entender, mas fica assim perfeitamente explicado!

      Grato pela sua atenção!

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  2. Gostaria muito. Mas o horário "pós-laboral" escolhido não facilita: às 18h termina muita gente o seu trabalho... que tal, numa próxima edição, 18h30 ou mesmo 19h? Aqui fica a sugestão.

    PLFF

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  3. O Roth não é contemporâneo?

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    1. Bem observado!

      E vivinho da costa, felizmente!

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    2. O que este curso mostra é que quando um autor consagrado afirma que não mais escreverá, passa imediatamente da categoria de contemporâneo à de clássico ! E até faz sentido, mesmo que octogenário ainda não tenha morrido. É a lei da vida.

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  4. Mas de que modo é que isto revela seja o que for sobre a literatura americana? O módulo contemporâneo peca por um absoluto apego a nomes que andam sempre nas listas dos mais vendidos do New York Times , nomes que a propósito já são por de mais conhecidos em Portugal. Pynchon , Franzen , Foster Wallace , McCarthy ? Mas quem é que ainda os desconhece?

    Isto parece-me mais um estratagema para persuadir pessoas a comprar livros já traduzidos e publicados (muitos pela Leya , diga-se), do que em fomentar curiosidade sobre a literatura americana, que é muito mais rica do que os nomes que aparecem no Washington Post.

    Eis uma lista paralela muito mais audaciosa:

    William Gaddis
    William H. Gass
    William T. Vollmann
    Joseph McElroy
    John Barth
    John Hawkes
    Alexander Theroux
    Robert Coover
    Ishmael Reed
    Gilbert Sorrentino
    Guy Davenport

    Todos eles praticamente ignorados entre nós.

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  5. Obrigada pela divulgação; mas datas não me convêm. Fica para a próxima vez " Da próxima vez, não vás sem deixar destino ou direção..."

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