Na Feira

Pouco mais de mês e meio sobre a saída de Uma Outra Voz, um romance que se desenvolve à volta de uma família e de um «patriarca» sem filhos na cidade de Estremoz – abarcando um século da história portuguesa e alguns dos seus principais episódios, da implantação da República ao 25 de Abril –, Gabriela Ruivo Trindade, a autora, que reside em Londres há cerca de dez anos, regressa à capital portuguesa para receber o Prémio LeYa; desta feita, a sessão vai ter lugar na Feira do Livro de Lisboa, no Parque Eduardo VII, e contará com o discurso do presidente do júri, Manuel Alegre, sobre a obra, mas também com a presença de Paes do Amaral, que entregará o galardão. Em pleno certame comemorativo do livro e da leitura, a Praça LeYa está «engalanada» para este acontecimento, que se realiza, para variar, de portas abertas. Vamos lá ver se os pregões que por vezes invadem o parque – farturas, queijadas de Sintra e gelados – nos vão deixar ouvir os discursos e se a enchente nos permite chegar até ao palco. No dia 12, aproveitando a sua permanência em Portugal, Gabriela Ruivo Trindade estará na Biblioteca José Saramago, em Loures, às 15h00, com Ana Margarida de Carvalho (autora de Que Importa a Fúria do Mar) para falarem das respectivas obras. Se quiser aparecer, não hesite.

Comentários

  1. A sessão é amanhã, às 7 da tarde, certo?

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    1. sim, a cerimónia de entrega do Prémio Leya é às 19h na Praça Leya

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  2. Porque Estremoz fez parte dos meus últimos quinze anos de vida (errante) tenho muita curiosidade em ler este livro (Uma Outra Voz) mas como não posso comprar tudo tenho de esperar que chegue a uma das bibliotecas que frequento.
    Todos os meses compro livros mas ainda não li mais de 20% dos que possuo, é que o vício é tanto que por onde passo requisito livros onde domicilio-o...

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    1. Atenção SEVE, contagioso não = contagiante!

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    2. Obrigado amigo - quando disse contagioso queria referir que que se transmitia facilmente, mas concordo que contagiante possa ser a palavra mais adequada.

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  3. Severino, sei bem o que isso é: ter dezenas de livros em casa ainda por ler, saber que eles esperam por nós, que um dos maiores prazeres está ao alcance de uma mão. E continuar em busca de mais livros, como nas bibliotecas públicas ou de amigos. Ainda estamos longe das bibliotecas virtuais, não é? E ainda bem (digo eu).

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  4. É estranho os "Leya", ao contrário dos "Saramago", não terem revelado escritores que ficam. Porque será ?

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