Duas frases, duas evidências: «Nunca devemos deixar de cumprir os nossos sonhos»; e «Não devemos regressar ao sítio onde fomos infelizes». Vale o livro, mesmo que não se o leia (para já!)
Outro que já está na mala... eheheh! Parece que os prémios Leya desta vez me vão encher, pelo menos a mala...
Pelo andar da coisa e pelos temas actuais que estou a ver nos escaparates, acho que o meu Largueza ainda vai ter uma oportunidade de ser divulgado... ainda vai estar na moda... século XIX, ex-colónias, ajustes de contas, aventura... pode ser, pode ser...
Estão aí todos? Mesmo todos? Espero bem que sim. Fecharam-se as portas da casa antiga para sempre e agora temos de viver neste apartamento experimental para onde trouxe o básico, mas que ainda necessitará provavelmente de umas obras. De vez em quando, farei os meus erros ou faltarei à chamada, tirando talvez tempo para aprender a arrumar este novo espaço. Veremos como corre. Por favor, vão dando o vosso feedback. Ora, num regresso ao passado, tomo o primeiro dia do mês para falar do melhor livro que li nas férias: chama-se Pirilampo e foi escrito por Natalia Litvinova, uma bielorrussa que vive em Buenos Aires desde os dez anos (foi para lá em 1996) e que escreve em espanhol, tendo ganho o Prémio Lumen de Romance com este seu livro que fala essencialmente de uma família que vivia muito perto de Chernobyl quando se deu a explosão na Central Nuclear e da influência desse incidente na vida de todos. Com avanços e recuos, a autora compõe as memórias (algumas inventadas) da narrad...
No dia do lançamento do novo romance de valter hugo mãe, encontrei imensa gente indignada com o facto de o autor da crítica ao livro publicada no Ípsilon da véspera – outro escritor (José Riço Direitinho) – lhe ter dado apenas duas estrelas e meia. A indignação, porém, não vinha só de se dar nota quase negativa ao romance (cinco estrelas é o máximo) – até porque algumas das pessoas escandalizadas ainda não o tinham lido –, mas de, nesse mesmo suplemento, terem sido classificados com quatro estrelas livros de autores de um nível literário francamente mais baixo, como José Rodrigues dos Santos ou Mónica Marques. Na verdade, se os leitores se guiarem por estas classificações para saberem que livros devem ou não ler, a situação pode ser perigosa e extremamente injusta, na medida em que qualquer das obras de um Escritor (com E), mesmo que gore de algum modo as expectativas dos seus leitores, será sempre infinitamente melhor leitura do que uma ficção menor. Parece-me, porém, que o critério ...
Há muitas razões para não se simpatizar com certas pessoas e empresas, e já sabemos que em Portugal somos peritos em detestar quem tem dinheiro e quem tem sucesso. Não surpreende, por isso, que ao primeiro desaire do festival Babell (o atraso do conferencista inaugural e a falta de auriculares para todos os membros do público ouvirem a tradução simultânea), caísse tudo em cima a martirizar os responsáveis. Foi chato, calculo, ficar duas horas ao sol à espera da vedeta (apesar de a organização do festival ter oferecido chapéus, no que esteve bem); e, segundo percebi, pior foi não se ter apercebido logo de que o alemão seria a língua de comunicação da estrela do Oriente e usar a IA para a tradução, o que provocou risadas em certos casos. Porém, sendo a primeira vez de um festival destas proporções, vá lá, podiam perdoar estas falhas, tanto mais que, ao que leio por todo o lado, o resto foi um absoluto sucesso e encheu as medidas de todos os que puderam assistir às conversas de gr...
Duas frases, duas evidências: «Nunca devemos deixar de cumprir os nossos sonhos»; e «Não devemos regressar ao sítio onde fomos infelizes».
ResponderEliminarVale o livro, mesmo que não se o leia (para já!)
Bonita apresentação!
ResponderEliminarOutro que já está na mala... eheheh! Parece que os prémios Leya desta vez me vão encher, pelo menos a mala...
Pelo andar da coisa e pelos temas actuais que estou a ver nos escaparates, acho que o meu Largueza ainda vai ter uma oportunidade de ser divulgado... ainda vai estar na moda... século XIX, ex-colónias, ajustes de contas, aventura... pode ser, pode ser...
Enfim... nunca desistir dos sonhos!
Síndrome de "Peter Pan" atualmente inclui termo emocional.
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