Vazio cheio

Já aqui falei, aquando da sua publicação, do novo romance de Pedro Guilherme-Moreira, Livro sem Ninguém, que, aliás, deu azo a muitos comentários e algum estranhamento. Mas garanto, agora que volto ao assunto, que, sem ninguém e tudo, este livro está cheio de gente, apesar da proeza que o autor conseguiu ao falar das casas de uma rua inteira e do que se lá passa durante um ano sem nunca ter de lá entrar. Para os mais desconfiados, direi até que esse ano na rua é um ano excepcional, pois, desde histórias de amor até ao mais absoluto desamor, passando pela amizade, pelo preconceito, pela tragédia e pela redenção, é um nunca acabar de episódios que se vão compondo à medida que as estações se alteram e a florista tem montras mutantes. Hoje ao fim da tarde, pelas 18h00, na Livraria Ler Devagar, faremos a apresentação do romance em Lisboa, já depois de a termos feito em Gaia, mais pertinho da residência do autor. A apresentação estará a cargo de João Rebocho Pais, outro escritor com um novo livro a sair muito em breve (o anterior, para quem não se lembra, foi O Intrínseco de Manolo, a imprimir agora a segunda edição). Apareça e tire as dúvidas todas.


 




Comentários

  1. Romeiro, romeiro, quem és tu? Ninguém.

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  2. Claudia da Silva Tomazi3 de abril de 2014 às 04:44

    Sopro mais a ver secar.

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  3. João J. A. Madeira3 de abril de 2014 às 06:13

    Estranhamento maior foi o de (v)ler um Anónimo! perguntar ao autor porque usava um hífen entre nomes. Foi lindo isso.

    Pergunta a menina ao menino:
    - Como te chamas?
    - Sonasol. E tu?
    - Maria.
    - Ahahah...tens nome de bolacha!

    Abraço a todos

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    Respostas
    1. E eu que perguntei, encontrei pelo caminho uma arroba do tamanho da minha ignorância quanto ao tal tracinho ....

      É, há estranhezas.

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  4. Claudia da Silva Tomazi3 de abril de 2014 às 07:49

    Cá nós, Ninguém ?! O chão (céu) estrelas.

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  5. Um bocadinho atrasada, mas vou.
    Até já. :)

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  6. Uma boa notícia, essa que João Rebocho Pais vai editar outro romance!

    Não conheço nenhum dos livros de Pedro Guilherme-Moreira, a ver se em breve trato de remediar isso.

    Votos de uma boa apresentação,

    Rui Miguel Almeida

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  7. Claudia da Silva Tomazi4 de abril de 2014 às 06:32

    Volto este assunto seguindo nível de compromisso do título em causa donde o plublish estende o varalzinho exemplo a vivificar o colorido da vida reconhecendo a qualidade intelectual o património sustentável .

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