Longe de casa

Toda a vida ouvi dizer que uma boa instrução primária era meio caminho andado para o sucesso escolar nos níveis seguintes. Nos poucos anos em que fui professora, tive uma turma excelente que tinha vindo toda junta da então quarta classe e lamento agora não me lembrar do nome da professora que acompanhara esses alunos, pois ela merecia que a felicitasse aqui publicamente. Há umas duas semanas vi, num Telejornal, uma reportagem sobre quatro professoras do ensino básico que, por fecho de escolas e aumento do número de alunos por turma na sua área de residência – julgo que em Montalegre, Trás-os-Montes –, perderam o lugar que tinham e fazem agora 570 quilómetros todos os dias até à nova escola, revezando-se a conduzir o automóvel e dividindo os gastos com a gasolina. Acordam certamente às quatro da manhã, pois as aulas começam às nove, e têm filhos pequenos que não podem acordar nem levar ao infantário. Quando regressam, só podem dar-lhes o jantar e metê-los na cama, antes de caírem também elas no sono, obviamente exaustas e sem força para mais nada. Se fossem solteiras, talvez considerassem a mudança de casa para o local de trabalho, mas, com as vidas arranjadas há muito, não vêem outra hipótese senão a longa viagem multiplicada por duas (ida e volta). Pergunto-me se estas senhoras conseguirão, nas circunstâncias descritas, ser boas professoras e ter paciência para um ror de crianças barulhentas. Uma delas disse até que estava até a pensar deixar o ensino e fazer outra coisa – e interrogo-me também se não é isto mesmo que querem que faça, com tanto professor à espera de colocação… Os miúdos ainda hão-de pagar a factura destas deslocações. Com IVA, claro.

Comentários

  1. Lembro-me perfeitamente da minha professora primária, que por sinal já havia sido professora do meu pai. Antigamente era assim, as professoras eram como heranças que passam de pais para filhos, de resto foi ela que me ensinou a gostar de aprender e gostar da escola nem sempre é sinónimo de gostar de aprender... Agradeço-lhe por isso! Lembro-me também que o sonho que povoava a maioria de nós era esse de querer ser professor, nesse tempo em que ainda fomos inocentes, ou talvez um tempo em que a própria professora nos fizera sonhar com a arte de ensinar. Hoje confesso que ser professor deveria ser das ultimas profissões da lista se tivesse de escolher... Afinal, a mim quase me parece que ser professor hoje é deixar de ter direito à vida... e ainda assim se fica com a sensação que deverão agradecer majestosamente a quem lhes oferece tanto caminho para percorrer. Não tenho duvidas que quem pagará serão mesmo as crianças - alunos e filhos desses professores. Nenhum deles terá o prazer de desfrutar de uma professora e mãe na sua arte mais pura...

    Um abraço,
    Carla Pais

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  2. As professoras do primeiro ciclo do ensino básico - antigas professoras primárias - e que, hipoteticamente, agora terão até outro nome, são muito importantes. Conhecem-se pelos alunos que enviam para o segundo ciclo. À parte casos isolados de sucesso ou fracasso, elas determinam o avanço e o atraso no domínio da língua materna, na criatividade dos alunos, no emergir de tanta coisa como a participação e solidariedade. Assim, existem turmas que dada a sua origem, quase sempre precisam de apoio a Língua materna e outras que, pela mesma razão, o prescindem. É certo, nenhuma destas características é imutável, há ainda um longo percurso escolar, mas são elas quem desperta, ou não, a mente para as importâncias da vida.

    As actuais medidas (des)educativas vão ter (e já têm) repercussão social. Porque o que é de cada indivíduo, é de uma sociedade. É assim que se desmotiva uma classe: trabalho a muitos quilómetros, ordenados a descer, numero de alunos a aumentar por turma, um sem número e reuniões porque tudo, a começar pelas ordens ministeriais, tem uma emenda qualquer que obriga a reformular ou chega tarde e a más horas quando o trabalho das escolas já está feito ou vai a mais de meio. E ainda se tem de aturar um ministro com aparência de quem sabe o que faz a dar cabo do resto. Ora abóbora. ASSIM, NÃO!

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    1. António Luiz Pacheco3 de outubro de 2013 às 05:29

      Penso que ser professor devia ser o cargo mais honroso e acarinhado pela sociedade e governo!

      O professor/educador molda e faz em grande parte aquele que será o cidadão futuro, hoje mais do que a própria família pois a escola e os colegas tendem a substituir esta.

      O professor/educador devia por isso ter um outro tratamento e consideração, que não tem.

      A falta de entendimento ou de visão de quem governa não lhes deixa perceber que o professor/educador é a base da própria sociedade.

      Saudações kaluandas

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  3. Inteiramente de acordo. Tanto, que dediquei o meu primeiro romance à minha professora primária e à minha professora de Português no C. G de Comércio. Elas não o saberão -- talvez nem vivam já, mas a tal me obrigou a minha gratidão.
    E sobre professoras primárias, lembram-se da professora de Guma, em Mar Morto, de Jorge Amado, que tinha como sonho um dia conseguir ensinar uma única coisa importante a um aluno?

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  4. Claudia da Silva Tomazi3 de outubro de 2013 às 05:49

    Recordo com carinho da primeira professora (alfabetizara) com dedicada (didática) na década de setenta .

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    1. Quem também anda “longe de casa” é esta nossa amiga.

      Espero, cara Cláudia, que me tolere estas abusivas palavras:


      Alimento, todas as horas, a esperança de a ter de regresso.
      Sou um escravo da esperança…

      Mas só extraordinariamente, de quando em onde, você me faz uma surpresa.
      Sou um escravo da surpresa…

      Quisera, nesta infinita dança que é a vida,
      Ser escravo da certeza…

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    2. Claudia da Silva tomazi3 de outubro de 2013 às 09:58

      No sopro na sebe do vale,
      o Amarante e o amarante !

      Havia e eis que alivia,
      vosso sussurro;

      Ora quem seguir-te-ía ?!
      Vento .

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    3. Nada como um poema para aliviar as coisas tristes da vida !
      Artur Águas

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    4. A Cláudia, a "nossa" Claudia... tempos houve em que nos visitava todos os dias!
      Visite-nos mais vezes, olhe que deixou saudades! E o Courinha também. Esta sala fica mais animada com as vossas participações!!!

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    5. Pois é, pá: tempos houve…
      Eu acho que Cláudia anda agora numa galáxia distante, “longe de casa”.
      Liguei o meu intuiscópio e, na netbulosa, detectei uma estrela longínqua dando sinais que, palpita-me, podem ser dela.
      Quatro poemas – eis os sinais que, neste instante, julgo ter detectado no reflexo esbranquiçado da nebulosa de um numeroso agrupamento de estrelas distantes.
      Tentando atraí-la, de um desses poemas transcrevi abusivamente, no meu anterior comentário, algumas palavras: “Escravo da esperança”, “… da surpresa”, “… da certeza”.
      Mas a resposta que recebi é a que podes ver aí acima: “No sopro na sebe do vale (…) Vento.”
      Quer dizer: na sebe do vale soprou um sussurro, atrás do qual se seguia… vento.
      Ou seja: ela não acusou o toque, apenas me captou um sussurro.
      Por outras palavras: eu é que, apenas vento, não tenho habilitações para alcançar estas longínquas dimensões da poesia.
      Dá deus as nozes a quem não tem dentes para as roer…

      Ora bem!: nozes é contigo, Courinha!
      Ó Courinha, dá-me aqui uma mão, vê lá se consegues tu, com o teu empreendedorismo, trazer a Cláudia de volta aos nossos hectares extraordinários.
      E tu também, pá, tempos houve em que também nos visitavas todos os dias – mas ultimamente tens andado “longe de casa”.
      Anda lá, pá, vê se alicias a Cláudia com umas dessas nozes que tu sabes que deus também dá a quem, como ela, as pode roer.
      Anda, que esta sala fica mais animada com as vossas participações.

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  5. Não sou professor, mas não consigo deixar dar uma palavra de apreço à profissão.

    Não falo de "honra" nas profissões. Para mim, "honra" é um valor militarista.

    Refiro-me apenas à "Dignidade" das profissões. Valor civil que devia ser preservado por quem nos governa.

    Quantos Economistas conhecem este valor?

    Para mim, um economista ou governante que não
    reconhece este DIREITO não passa de um reles contabilista (atenção: sem ofensa à profissão) e tecnocrata de escrivaninha. Desconhecedor do ESSENCIAL na vida Humana.

    Abraço a todos.

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    1. António Luiz Pacheco3 de outubro de 2013 às 07:54

      Com o devido respeito, honra é um valor!
      Pelo menos para mim... e significa o cúmulo de uma série de outros valores.
      Na minha terra as pessoas dividem-se justamente em "honradas" e "sem honra". O ribatejano preza muito a sua honra e a dos seus.
      Não aceito que seja restringida ao código mlitar, e se calhar pela sua perda (do valor honra) a nossa sociedade tem evoluído para a falta dela...

      Não entenda isto como sendo um remoque, Extraordinário Víctor, ou ofensa que de modo algum deve ser entendido como tal, apenas como uma diferença na interpretação do termo e dos valores que representa!

      Um abraço, com toda a consideração, daquele que gostaria de ser lembrado como homem de honra!

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    2. À palavra dada não se retira uma letra.

      E não... Não estou sequer a dizer que eu estou certo e o caríssimo António Luiz Pacheco está errado.

      Se a

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    3. À palavra dada não se retira uma letra.

      E não... Não estou sequer a dizer que eu estou certo e o caríssimo António Luiz Pacheco está errado.

      Se as expressões: "a palavra dada", "Homem de palavra" ou "respeito próprio" definirem "Honra", então concordo consigo.

      Mas se a "honra" servir para colocar alguém num pedestal acima de outros, aí já não gosto desse conceito.

      Por isso, contínuo a dizer que a "Dignidade", pelo respeito que impõe aos outros e a nós próprios, está acima de qualquer ideal bacoco de "honra".

      Estaremos mesmo a discordar na questão, ou a discutir semântica?

      P.S. A primeira resposta à seu comentário foi um erro... pressionei sem querer no Enter.

      Abraços para si, António Luiz Pacheco

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    4. António Luiz Pacheco3 de outubro de 2013 às 12:14

      Se as expressões: "a palavra dada", "Homem de palavra" ou "respeito próprio" definirem "Honra", então concordo consigo.

      É isso mesmo! Acrescente também respeitar a propriedade e a pessoa alheia.
      Estamos então de acordo!

      O meu pai ficava danado com esta:

      A diferença entre civil e miltar? O civil pode ser militarizado... ahahah!

      Um abraço!

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  6. A uma mãe professora não se pode pedir tais deslocações...mas a uma mãe ou pai operários, ou engenheiros ou outra coisa qualquer pelos vistos não há há nenhum problema, portanto.

    Com todo o respeito que tenho aos professores, enquanto se acharem mais do que os demais, não lhes consigo defender a causa.

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  7. continuo a ver com desagrado gente dotada de uma enorme falta de inteligência. Este fulano no comentário anterior deve ter entrado directamente para a universidade. Não me venha dizer que não tem carro da empresa e a mesma não lhe paga subsídio de deslocação. Médicos e veterinários tem casa paga seja pela câmara municipal. Um médico veterinário tem carro de serviço pago pelo estado. O mesmo não falando dos senhores juízes com passes de transporte pagos por todos nós, militares e polícias tem habitações pagas pelo estado. Militares tem o casão militar. Quantos privados não vão para o algarve no carro da empresa. O sindicato dos professores é fraco. Sugestão façam uma denuncia ao sindicato internacional dos docentes. Contém a vossa situação e a falta de respeito e discriminação em relação a outras profissões. Até um enfermeiro é melhor pago. Infelizmente não temos uma Oprah para dizer que esta é profissão mais honravél de todos. Infelizmente não servem interesses políticos. Povo medíocre e assim continuará.

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    1. a fulanA anterior, farta de fazer centenas de quilómetros e de deixar as filhas aos cuidados dos avós, chegou-se à frente e criou a sua própria empresa, sem um único subsídio. A fulanA prescindiu de um ordenado ( aos 27 anos) de 2000€ limpos + carro+ refeições + telefone+computador, e trocou isso tudo pela família, e pela incerteza de sequer um ordenado mínimo por mês. E como é patroa, nem sequer terá subsídio desemprego!!! ( diz-que daqui a 2 anos isso vai acontecer). O marido da fulanA passa dias e dias, todos os meses, fora de Portugal, para onde o patrão o manda. A fulanA anterior, já saiu da universidade em 1998, e depois disso já fez outros cursos complementares , um Mestrado a estudar à noite, já deu aulas em universidade, em escola superior, trabalha na sua microempresa, faz voluntariado com idosos, participa nas estruturas para pais do agrupamento de escolas, inventa tempo para cuidar das filhas e de uma sogra com demência. A fulanA tem 3 tias e 2 primos professores, e uma irmã psicóloga numa escola. Amanhã vai ter reunião num conselho geral de agrupamento. A fulanA sabe do que está a falar.

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  8. ao comentador que escreveu a dizer que é engenheiro não estou lá para ver as suas supostas deslocações. Façam queixa também à organização internacional do trabalho OIT. o vosso sindicato é uma vergonha em termos de representatividade. Leiam uma directriz que saiu pelo sindicato internacional dos professores sobre investimento em educação. Façam uma denuncia o quê é que estão à espera?

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    1. pergunte lá ao engenheiros quantos 5km são de Leiria a Elvas, 2 vezes ao dia. Ou de Leiria a Vila real à 2ª, Leiria a Castelo Branco à 3ª, Leiria a Moura à 4º, Leiria a Faro à Quinta, Leiria a Viseu à 6ª.

      Ou aos que sabem hoje que amanhã são destacados para qualquer ponto do pais estrangeiro, só com bilhete de ida, para amanhã.

      E aos que recebem um telefonema de manhã cedo: olha trás a mala tens avião daqui a 4 horas, vais para a Holanda.

      Mas os engenheiros ainda têm sorte, porque se fosse o pedreiro ou o servente...

      É que isto de se serem 2 cá em casa...dá direito a alguma experiência nisto de se ser engenheiro. E os passaportes do meu marido são lindos!!! têm carimbos de uns 17 países, nos últimos 10 anos. Os da China e os do Azerbeijão são giros, já da Turquia e Israel, nem por isso.

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  9. A esta gentalha só lhes interessa roubar as viúvas e os órfãos, como se preparam para fazer!!!! Não passam de neoliberais!!!!!...

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  10. agora pergunto ao dito engenheiro ... Você é ou não é pago para ter esses carimbos. A empresa não lhe paga as viagens que faz.? Até a um simples caixeiro viajante tem subsídios para tudo e mais alguma coisa. Então é você que paga as passagens do seu bolso. Deixe me rir. É a piada do ano. Já agora sou do privado casada com um funcionário público. E vocês tem orgasmos com as mentiras do portas.

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  11. cuidado com a expressão \'cá se fazem cá se pagam\'!

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  12. para o carimbado, você até tem sorte andar a passear por aí fora com ajuda de custo. Se não gosta da vida que faz eu troco consigo, peça o despedimento. Coitadinho!

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    1. pensei que o problema das professoras era andarem cansadas de viajar, sem tempo para a família e para darem ensino de qualidade aos alunos. Mas parece que é tudo uma questão de €. Se pagarem mais, há tempo e disposição para tudo.

      Mas olhe que o dinheiro não paga tudo. E quando se trabalha por conta própria, e se têm todas as contas em dia com estado, fornecedores e colaboradores, saiem mais coisas do próprio bolso do que aquilo que se possa julgar. E mais, nas minhas deslocações de trabalho por conta de outrém, a viagem era por conta da empresa, mas quem saía de casa de madrugada e chegava a casa pela noite dentro era eu. Sem nunca receber uma hora extra, durante 9 anos. Por isso mudei. Ganho menos. Estou mais feliz.

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  13. Nada contra a importância dada à instrução primária. É muito importante, de facto!
    Já estou menos de acordo quando se fala no drama que é ter de trabalhar a 570km de casa e das dificuldades que isso cria. Neste momento, como as coisas estão, há muita gente que trabalha a 5.700km de casa, não a 570, e que, com sorte, vê os filhos e restante família uma ou duas vezes por ano. Fazem-no por questões de sobrevivência. Não está bem mas é assim...
    Se os referidos professores, ou quaisquer outros, entendem que não têm condições para dar aulas de qualidade, ou seja desempenhar convenientemente as suas tarefas, depois dessa deslocação diária, que se mudem para mais perto do local de trabalho. Se entenderem que não o devem fazer que abandonem e procurem outra profissão!
    Os tempos vão duros, mas vão duros para todos!

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  14. O Dr. Azaka nunca falha, graças a ele pelo bom trabalho que ele fez por mim, meu homem está de volta agora, entre em contato com Azakaspelltemple4@gmail.com whatsapp +1 (315) 316 -1521

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