Partidas e chegadas
Logo mais à tardinha, na Fnac do Chiado, faremos lançamento do romance Enquanto Lisboa Arde, o Rio de Janeiro Pega Fogo, de Hugo Gonçalves, de que já aqui falei um dia destes – as aventuras e desventuras de um jovem português na Cidade Maravilhosa, onde se cruza com um editor, um ex-agente da PIDE, muitos estrangeiros de várias idades e proveniências, um amigo problemático e popular e, claro, muitas garotas, uma delas igualmente portuguesa e bastante especial. Este é um livro cheio de ritmo, humor, ternura e muita saudade, porque os portugueses deixam o seu cantinho, mas nunca se esquecem dele, mesmo quando as memórias do pequeno rectângulo são tristes e, como é o caso, ameaçadoras. Se quiser, apareça. António-Pedro Vasconcelos apresenta a obra.
O quanto Lisboa existe e acena!
ResponderEliminarAcenar, acena, mas não é fácil andar na vidinha e conseguir chegar a tais eventos. É uma miragem.
EliminarAlgumas pessoas chegarão: As próximas do autor que estejam disponíveis ou façam por isso; algumas que o desconhecem mas querem conhecer e podem; quem sabe, das que leram o post e decidiram que a sugestão vale para o seu tempo liberto...
EliminarNós, os que eternamente não podemos - estamos longe, trabalhamos -, ao menos sabemos que existe (é melhor que nada), podemos ir espreitar o livro numa livraria quando se proporcione a ocasião, quem sabe escolhê-lo se nos aprouver... Os leitores são um universo face ao aliciante da obra.
Retraio-me a lançamentos. Da única vez que estive presente, fiquei o tempo todo a desejar ir embora. Problema comum ao eu que é mim.
Presumo que há-de ser um cerimonial necessário. E pergunto-me se os autores gostarão dele ou o encaram como tarefa a cumprir. Mas também é verdade que o gosto deve estar relacionado com o tipo de ambiente que se gera, de pessoas que estão...
Presente não estarei com toda a certeza... Mas precisamente hoje, vai-me chegar uma encomenda de livros de Portugal, onde esse, vem incluído... Curioissima por lhe pôr os olhos dentro.
ResponderEliminarUm abraço tudo de bom no lançamento.
Não são só os portugueses que nunca se esquecem do seu cantinho, embora tenhamos a tendência para acreditar que somos o único povo do mundo a sentir saudades. Todas as pessoas, de todas as nacionalidades, sentem a falta da sua terra, quando estão no estrangeiro. E gostam de regressar.
ResponderEliminarTalvez expressemos a saudade de maneira diferente, sim, aí, já não digo nada. Mas será a nossa maneira melhor do que as outras? Ou mais sentida do que as outras?