Blimunda e Eu
Nas últimas Correntes d’Escritas, fui convidada a dissertar sobre um verso de um dos poetas finalistas do Prémio Correntes d’Escritas-Casino da Póvoa, José Agostinho Baptista. O verso era «Desse país arranquei todos os cravos» e usei-o como ponto de partida para um texto sobre as razões cómicas e trágicas que me tornaram leitora e escritora. Muita gente que lá estava (e outros que não estavam) me tem pedido que o publique aqui no blogue, mas as Horas Extraordinárias não são o sítio indicado, quanto a mim, para postar textos assim longos e com objectivos específicos. Eis senão quando a jornalista Sara Figueiredo Costa me pede que a deixe publicar o texto na revista Blimunda, da Fundação José Saramago, num número dedicado às Correntes. Assim, ficou tudo mais fácil e limpo. Até porque a Blimunda tem muito mais que ler para além do meu texto e assim saímos todos beneficiados. O link, para os curiosos, aí vai. O download é grátis.
http://www.scribd.com/doc/131230713/Blimunda-N-%C2%BA-10-marco-2013
Obrigada, Rosário.
ResponderEliminarMuito bom. Talvez a poeta (poetisa, é como quiserem) pudesse voltar à ficção. Que também é gente, embora não mereça dias próprios, como ontem.
ResponderEliminarApoiadíssimo !
Eliminar(nem percebo como um excelente editor que trabalha para a Porto Editora não a "obriga" todos os dias a isso, pelo menos nas noites em que ele, como eu, está obcecado em seguir os saltos de uma bola na tv)
Adorei as "Correntes d´Escritas". Aprendi muito.
ResponderEliminarEste texto, na voz da sua autora, foi um dos momentos mais emocionantes do Festival.
Parabéns e muito obrigado, Maria do Rosário Pedreira.
M
Pronto, já li :) e é lindo sermos de onde vimos.
ResponderEliminarTêm razão todos os que aqui vieram pedir que.
Retiro o que disse sobre.
Parabéns
Cara Maria do Rosário,
ResponderEliminarAdorei ler o seu texto. Os seus pais (principalmente), mas também os seus irmãos, enquanto crianças, são personagens literárias fascinantes. Digo-lho, certo de que está bem ciente disso mesmo. A sua família merecia um livro.
Obrigado pela partilha.
Bom fim-de-semana a todos
Rui Miguel Almeida
Ora pois cá está,
ResponderEliminarum texto que merece ser lido e, de facto, meritório de ser publicado - como por tantos pedido e bem pedido.
Enquanto o ia lendo e me saltavam espontâneas gargalhadas, dei por mim a pensar nas outras tantas (gargalhadas) que terão saído da plateia... E se não fosse eu já seguidora deste blog, passaria a sê-lo, no imediato.
Parabéns será pouco para o que escreveu, mas não conhecendo eu outra palavra, aqui ficam os meus sinceros:
PARABÉNS
Carla Pais
Um texto delicioso e com bom nível. Adorei a graciosidade encantadora. Parabéns.
ResponderEliminarAntónio Breda Carvalho
Foi um daqueles momentos em que se juntam o espírito de missão e um certo egoísmo... Eu queria muito poder ler esse texto, e até relê-lo sempre que me apetecesse, e a ideia de o publicar pareceu-me a melhor maneira de o fazer, com a vantagem de poder dar a lê-lo a outros. É um texto espantoso, sem dúvida, e agora posso regressar a ele sempre que quiser. Obrigada por isso, Maria do Rosário.
ResponderEliminarBravo!
ResponderEliminarCeleste Silveira
Belíssimo texto! Adorei!
ResponderEliminarTive imensa pena de não a ouvir mas não me foi possível chegar a tempo.
Também acho que daria um excelente romance. Sem dúvida! Estão lá todos os ingredientes necessários: excelentes personagens e, acima de tudo, o seu imenso talento. Parabéns!
Obrigado pela sua generosidade !
ResponderEliminarMuito emocionante lido por si; muito belo no papel.
Obrigado pela sua generosidade !
ResponderEliminarMuito emocionante lido por si ! Muito belo no papel !
Edições Parsifal acaba de publicar Contos Capitais, uma coletânea de contos sobres cidades, cada uma delas capital de um país. Aos contos aliam-se o olhar e a interpretação de vários fotógrafos e ilustradores.
ResponderEliminarA nossa Extraordinária anfitriã é a autora de um dos contos.
António Breda Carvalho
ResponderEliminarMil vezes obrigada. Já valeu a pena ter vindo aqui.
Adeus, "telha" matinal.
Fartei-me de rir. Queremos mais histórias destas.
De regresso de um fim-de-semana prolongado, só agora li este texto. Nem tenho palavras...Mas vou mostrá-lo a alguém que para além de ficar sem palavras ficará com muita água nos olhos, e está tudo dito.
ResponderEliminarIsabel
Li, há pouco, o seu texto das Correntes d' Escrita. Vivo, divertido, interessante. Simplesmente brilhante. Compartilho da opinião já expressa por outros comentadores, esta história bem poderia ser um ponto de partida para uma belo romance. Fica o desafio.
ResponderEliminarNão a conheço mas cada vez mais me parece que a Mª do Rosário deve ser uma pessoa muito especial.
Obrigada a todos os que aqui vieram felicitar e dar a sua opinião. É bom ter leitores extraordinários.
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