Livro como objecto de arte
Hoje, para variar, vou falar de uma exposição intitulada Tarefas Infinitas. Na verdade, porém, esta exposição entronca no tema central do blogue, uma vez que é uma exposição de livros. O seu subtema, por assim dizer, é «Quando a arte e o livro se ilimitam» e, tratando-se de uma mostra relativamente pequena, nem é preciso programar uma manhã ou tarde inteira para a ir ver. A fotografia que a anuncia nos jornais é uma estante muito curiosa de Fernanda Fragateiro, que acolhe um certo número de livros em cada prateleira. Nada de aparentemente muito original, pois todos nós, que gostamos de ler, temos estantes em casa e com muitos mais livros do que aquela. Mas, se visitar a exposição e puder ler de perto os títulos e autores nas lombadas que se alinham na estante, perceberá onde se aninha a arte naquela proposta (não vou contar para não perderem o prazer da descoberta). E, para além deste objecto artístico, haverá muitos outros para serem vistos, desde livros de iluminuras absolutamente magníficos até um livro de infinitos poemas da autoria de Raymond Queneau (de quem li o notável Exercícios de Estilo), que me lembrou um pouco aqueles livros infantis nos quais podemos juntar a cabeça de um elefante ao corpo de uma rã e às patas de uma girafa. Não espere nada de sobrenatural, mas vale a pena ir ver. Até 21 de Outubro no Museu Calouste Gulbenkian.
Agora vou mostrar como estragar um post: A tia Rosário faz anos hoje!!!
ResponderEliminarParabéns, parabéns!!!!
ResponderEliminarIsabel
AHAHAH !
ResponderEliminarParabéns enviados cá do Planalto Central, em dia desagradável, sem Sol, vento frio e muita poeira que cobre o teclado e ecrã do pc nos meus joelhos, sentado numa cadeira de plástico!
Tenho pena de não poder ir a uma exposição sobre tema tão caro e simpático!!!
É o preço a pagar por outras compensações!
Um dia feliz e com tudo de Extraordinário!
Saudações melíferas.
muitos parabéns!
ResponderEliminar(e muito obrigado pela sua poesia reunida)
Parabéns! Votos de um dia muito feliz :)
ResponderEliminarEstou para ir ver essa exposição, há algumas semanas, mas acabo sempre adiando. Acontece-me isso, por vezes, quando os prazos são longos: acho que ainda tenho muito tempo e acabo perdendo a exposição. Terei de me despachar...
Parabéns Maria do Rosário, parabéns por tudo em si. Pelo aniversário, pela obra, pela pessoa que é.
ResponderEliminarEstou a vê-la soprar (calculo) cinquenta velas. Espero que sopre em muitas mais mantendo o espírito jovem.
Com respeito
Carlos Reys
(não posso intoduzir aqui um desenho!)
www.carlosreys.com
Agora vou mostrar como estragar ainda mais este post! Não são cinquenta velas, são mais!!! (Perdoe-me anfitriã, mas este reparo é só para reforçar a beleza e a juventude dos seus 50 e...) Upss!!!
EliminarIsabel
Parabéns. Ontem tive o grato prazer de a ouvir na Antena Um, na rubrica "À Volta dos Livros", sobre o seu último e escusado será acrescentar que gostei!
ResponderEliminarParabéns à MRP por esta efeméride - 53. Dá-se o caso de coincidir com a mesma data de nascimento de H.G. Wells (A Guerra dos Mundos) e de Stephen King (Carrie), para além de Francisco Lopes Ribeiro, o "Ribeirinho".
ResponderEliminarMais interessante saber é que, no ano de nascimneto da Maria do Rosário, David Mourão Ferreira publicou "Gaivotas em Terra", Urbano Tavares Rodrtigues, os "Bastardos do Sol", Augusto Abelaira "A cidade das Flores" e Gunter Grass "O Tambor"; mais ainda, pois exibia-se no cinema o "Ben-Hur" de Wyler e o "Hiroxima, Meu Amor", de Renais.
Para além disso, foi em 1959 que o SNI - naquilo que marcaria a tendência da MRP - criava o "Salão dos Novíssimos".
Um agradecimento especial ao João Courinha pela descoberta que não estava encoberta.
Parabéns!
ResponderEliminarOuso partilhar com quem ontem não a ouviu: http://www.rtp.pt/programa/radio/p2499
Beijinhos e um dia feliz!
Sem de legítimo alguém me apresentar vos e permitir de intimidades a vossa data, contudo um gosto o aniversário e de estimas a longevidade cada qual por vencer uma cruzada pela vida! Vosso saudoso "parabéns".
ResponderEliminarParabéns, Maria do Rosário. Um dia feito só de horas extraordinários (já passaram 16, por isso é melhor aproveitar bem as 8 que faltam).
ResponderEliminarBem e eu, para variar, reporto-me exclusivamente ao texto intitulado "Livro como objecto de arte":
ResponderEliminarEspero que sem celofane e para gente que saiba ler nas entrelinhas.
Desculpe, mas não resisti ;)
Ai Cristina, Cristina e eu a pensar que o verão lhe tinha feito bem! Então isso ainda não lhe passou?!
EliminarA observadora
Foi a brincar...
EliminarAh, assim está bem! Eu que até já estava a simpatizar consigo...Que susto me pregou!!
EliminarPodia me reportar ao livro como objecto de arte. Mas esse já o tenho adquirido para todos os 365 dias do ano.
ResponderEliminarMas hoje para muitos é um dia de festejo da maior obra de arte: o nascimento, a morte que o encerra e o espaço entre os dois.
E nada melhor para o festejar, com uma poetisa de eleição, que com um humilde poema.
Há dias que nos marcam o nascimento
Como há dias que nos irão ver morrer.
Mas nesse espaço há só dias
Que podem ser cinzentos
Ou recheados de alegria.
Que este seja um deles!
(Tão longe ainda do dia
Em que marquei
A minha morte.)
Mas eu acredito
Que o dia que me vir morrer
Será um dia alegre
E mais denso
Do que o dia em que ninguém
Por nascer,
Ainda nos haveria de ver
E conhecer.
Um bom e feliz resto de... vida.
Que bonito!
EliminarTambém quero um poema no dia em que eu fizer anos!!
Também havia gostado daquilo que havia posto no dia da "Reunião".
Será verdade o que acabei de ler:
ResponderEliminarA Leya é aquela editora que despede em Portugal e aposta no Brasil.