Está aí alguém?

Depois de um mês inteiro de silêncio, é caso para perguntar se os leitores deste blogue não terão decidido mudar-se para outra casa… Por isso, hoje isto é uma espécie de chamada, embora sirva também para cumprir uma promessa feita há tempos de cada um (eu incluída) indicar no primeiro dia útil do mês o que anda a ler. Pois o livro que tenho agora em mãos é Adoecer, de Hélia Correia, mas já tive de o interromper duas vezes por causa do trabalho, razão pela qual só falarei mais detalhadamente sobre ele quando conseguir chegar ao fim. Hoje é só mesmo para levantar o dedo e dizer que as férias foram boas e vi, felizmente, muita gente a ler – mães e tudo, que são as que têm sempre os olhos nos miúdos e, por isso, quase nunca podem estender-se descansadas com o seu livrinho; claro que a maioria se ocupava com o best-seller pretensamente pornográfico As Cinquenta Sombras de Gray em várias línguas, mas também havia quem se dedicasse a biografias, ensaios e romances mais suculentos. Voltar ao trabalho e às leituras obrigatórias é que foi difícil, mas hei-de sobreviver. Se estiverem aí desse lado, vai ser, garanto, muito mais fácil. Obrigada por não se terem esquecido deste blogue.

Comentários

  1. Bom regresso!
    Estava ansiosa pelo regresso do blogue ao activo, por saudades das palavras da sua autora e do excelente painel de comentadores.
    Neste momento momento estou a ler E Tudo o Vento Levou, Margaret Mitchell.

    ResponderEliminar
  2. Viva!
    O Adoecer é um grande romance. A capacidade para reflectir a alma das personagens ao detalhe, de ficcionar aqueles espaços entre os dados biográficos, deixou-me estarrecido. O que gostei de menos foi que à páginas tantas surgem detalhes que, a meu ver, não acrescentam grande coisa...

    Nas minhas férias, ao longo do mês de Agosto, li muito. Por agora tenho em mãos A Última Tentação, de Nikos Kazantzakis.

    ResponderEliminar
  3. Bom dia! Bons olhos a vejam! Ou: quem está vivo sempre aparece.

    Comecei a ler Mau Tempo no Canal, de Vitorino Nemésio.

    ResponderEliminar
  4. É bom ter de volta as Horas Extraordinárias. Eu, para não ter de interromper o que ando a ler por causa do trabalho, ando a ler e a traduzir A Man of Parts, de David Lodge. O homem de partes, cuja vida e obra David Lodge trata com a mestria de que já dera mostras em Autor, Autor trazendo-nos um notável retrato de Henry James, é H.G. Wells. Uma espécie de acto de justiça para com um autor injustamente esquecido (veja-se, por exemplo, quantas obras de H.G.Wells estão traduzidas para português de Portugal).

    ResponderEliminar
  5. Presente! Estou lendo fundamentalmente A Vida Contemporânea dos Astecas (antes e até ao momento da conquista espanhola) de Jacques Soustelle numa improvável viagem que começou por acaso com Carlos Fuentes e que deve desembocar no Zócalo com a Serpente Emplumada de D.W.Lawrence , se entretanto a encontrar. Se não, retorno a Lowry. Boa rentrée a todos.

    ResponderEliminar
  6. Bem vinda =)

    Neste momento a ler A flor oculta de Pearl S. Buck.

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. Curioso, teria uns 18 anos quando uma namorada (candidata naquele tempo) me ofereceu "A FLOR OCULTA", já lá vão mais de trinta anos...já não me lembro nada da história.

      Eliminar
    2. Uma namorada quando você tinha 18 anos ofereceu-lhe “A Flor Oculta”?! Bolas, A. Severino! Acho isso delicioso. Isso é que foi uma juventude intensa. Não me leve a mal. Estou a brincar consigo. Achei curioso e não resisti a fazer um comentário.
      Isto é só inveja da minha parte, porque nenhuma namorada me ofereceu um livro quando eu tinha essa idade. Agora, pensando bem, acho que houve uma moça que me ofereceu “os filhos da droga”.

      Eliminar
    3. É uma outra versão da Madame Butterfly... também a li quando tinha aí 15 ou 16 anos. Foi graças à autora que comecei a ler sobre a China. Li imensos romances dela e recordo-os todos com imenso carinho. O meu preferido? Preconceito Racial, que, curiosamente, se passa na Índia.

      Eliminar
    4. Mas atenção MSantos que o conceito de namorada há 30 anos não é o mesmo de agora, é que namorada e amante eram duas coisas bem distintas e agora são uma e a mesma coisa...

      Eliminar
  7. É bom voltar a ligar esta ficha... :)
    Estou a terminar El imperio eres tu, de Javier Moro; uma visão espanhola do Portugal instalado no Brasil no séc. xix. Romance que mescla a biografia de D. Pedro com usos e costumes, diplomacia, vida na corte, entre muitos aspectos. Muito bom.

    ResponderEliminar
  8. É bom regressar embora muito "dorido" de tanta vida boa.

    Estou mesmo mesmo a acabar o retrato mais vil, abominável, repelente, escabroso, abjecto que li sobre um ser humano - TEATRO DE SABBATH , do melhor escritor americano vivo (que conheço) Philip Roth . Mas atenção um livro pesado e de leitura nada fácil (por vezes lunática).

    E porque não um dia destes falarmos nos livros que lemos em férias (mas atenção que não tem nada a ver com aquelas patetices, absolutamente idiota, tipo Marcelo Rebelo de Sousa, os livros para ler em férias - como se houvesse livros para ler em férias e fora das férias)...

    Esta sugestão tem apenas a ver com o facto de estarmos há tanto tempo ausentes...

    Adoecer, de Hélia Correia - um amigo meu disse-me que era uma grande seca e que o largou a páginas poucas...

    ResponderEliminar
  9. Férias serão quando há oportunidade de se fazer algo diferente. Assim, dediquei-me bastante à agricultura de subsistência . Apareceu alguém aborrecendo-me com o tema dos (rabelados ), mas fui reler umas coisas e concluí que, afinal, não há novidade. Quis ler umas edições antigas de Manuel Ferreira, Mário Sacramento e de Francisco Tenreiro, porém, as livrarias de agora parece que só têm os livros à venda cerca de 60 dias... Fui à BNP. Contudo, daqueles autores tenho em casa, entre outros: Hora Di Bai , Milongo e Obra Poética. Reli e gostei muito de retomar sobretudo Mário Sacramento e Francisco Tenreiro. Quanto a Manuel Ferreira, os meus respeitos, mas para quem me quis censurar (não interessa aqui referir) mantenho a minha opinião: ele valeu muito como divulgador e promotor de autores e da lusofonia: como autor, desculpem, mas...

    ResponderEliminar
    Respostas

    1. Engraçado. Vi-o hoje, aliás ontem, numa entrevista na RTP África.

      Já li algumas obras dos autores que refere.

      :)

      Abraço

      Eliminar

  10. MRP:
    Eu estou a reler a História de Portugal de Rui Ramos, por causa da polémica com o Manuel Loff e o revisionismo (segundo outros o pretenso revisionismo) de Ramos sobre o Estado Novo.
    Mas não se pode (não se deve) ler os capítulos sobre o Estado Novo sem antes se ler os que tratam da República, onde é bem visível uma narrativa construída apenas de factos negativos, sem qualquer valorização do papel da República na formatação de Portugal segundo a modernidade do século XX.
    Já quanto ao Estado Novo há como que uma atitude de pedir desculpa pelos aspectos chatos deste regime, que embaraçam hoje os seus fãs ideológicos ou aparentados mais sofisticados.
    Os capítulos sobre a República desta História de Portugal de divulgação para o grande público são muito diferentes do que Ramos escreveu em 1994 no volume 6.º (a Segunda Fundação de Portugal – Obra monumental coordenada por José Mattoso), que trata deste período e do papel positivo da República neste aspecto da modernidade (sem esquecer os aspectos negativos, como deve fazer qualquer historiador).
    O que mudou?
    R. Ramos, hoje um comentador activo e militante das causas da Direita, ou os públicos das duas Histórias de Portugal?
    Dúvida que fica.

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. Manuel trás no seu comentário um momento de grande reflexão: o revisionismo das ideias! Bordoar unicamente na primeira república é como dizer ao Relvas a todo o tempo: «Vai estudar, ò Relvas!», esquecendo os avanços desta 3ª república a precisar, no entanto, de muito renovado ar forçado.
      Isto para não falar no ar condicionado, capaz de fazer um upgrade republicano para a quarta república: e não fossem as condutas estarem aparentemente contaminadas de salmonelas, muitas delas fruto dos maus hábitos de comodismo e imparticipação na vida colectiva de parcela significativa daquilo que se designa pelo Bom Povo Português.
      Nesta perspectiva poder-se-ia sempre dizer: «vai descontaminar, ò Relvas!», mas estaríamos sempre sujeitos aos seus irmãos, primos, primos dos primos, familiares em todos os graus e restante família aparentada no uso de membros, faces e outros ornamentos e que abarca quase toda uma nacionalidade.
      Há uma pequena separata da revista militar, do Luís Alves de Fraga, sob as razões económicas de beligerância, óptima para se iniciar a percepção da avaliação da 1ª República e para se perceber que a mesma só pode ser feita no quadro de um período conturbado como a Grande Guerra – 1ª GG , que já carreia muito lodaçal da monarquia constitucional, ou não fosse o futuro, o passado na contingência do presente.
      Os autores trabalharem para os dois nichos das sensibilidades das ideias é sinal que os marketeers já decretaram para si, não o fim da história (que se confunde no seu apego ao materialismo das estórias ), mas um não lugar nas ideias - onde não esteja gravado BCE , ECB , EZB , EKT , EKP.
      Nada de muito diferente de quem gosta de submergir de submarino e beijar caras larocas, longe dos pomares e perto dos mercados!

      Eliminar
  11. Bem-vinda de volta, Maria do Rosário.
    Saúdo-vos num breve aceno, andarei ocupado mais uns dias.
    Nas pausas extraordinárias vou lendo as “Cosmicómicas” de Italo Calvino – ficção científica ao contrário, não inventa o futuro, inventa o passado mais remoto, a criação do universo relatada pelo Sr Qfwfq, que viveu esses tempos desconhecidos. Um achado. (Este Italo Calvino, digo-vos uma coisa…)
    Antes andei com Philip Roth na “Mancha Humana” – difícil, no sentido de que assim é que é a Literatura a sério, que nos dá que fazer à cabeça.
    Reli “O Século Primeiro Depois de Beatriz”, Amin Maalouf – perturbador, no sentido de que assim é que é a Literatura a sério, que nos perturba.
    Cumprimentos.
    Joaquim Jordão

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. Philip Roth na “Mancha Humana” – difícil, no sentido de que assim é que é a Literatura a sério, que nos dá que fazer à cabeça.

      Que análise mais verdadeira - perfeitamente de acordo, ao contrário do que alguns dizem que literatura tem de ser só diversão.

      E como eu acabo de comprovar com a leitura do "TEATRO DE SABBATH", que personagem mais escabrosa/vil/absoluta/contra natura por mais que o autor a queira valorizar...este é também daqueles livros que nos dá a volta à cabeça.

      Eliminar
  12. Finalmente um eco de coisa boa com esta minha capacidade de me viciar em palavras gostosas e coloridas.
    Fui-me aguentando às repetições, mas agora está bem que ecoa novidade pela serra:
    «Olá, está gente?»
    «Esteve, sim senhora! Esteve o Capote com a Holly da Tiffany's que andava enrolada aos Tordo(s), enquanto não chegava a época de caça de, O Bom Inverno.
    Esteve o pobre do revisor da História revisitada do Cerco de Lisboa, indolente e desesperançado com os últimos dados da conta do orçamento, que se parece cada vez mais com uma burra a mijar para trás. E estiveram mais alguns que não merecem referência, tal o estado de vergonha que os impeliu para debaixo do capote do Truman e do safão jaqueta, de vitela alentejana, do José.»
    De resto caí momentaneamente como numa armadilha, na página Um, Dois, Três, «escreva lá outra vez», mas rompia-a, e insiro-me já todo lampeiro a caminho da Um, Dois, Quatro, «estou outra vez de bom trato», mesmo que de quando em vez me estatele de rabo no olho da novela!
    Que ainda por cima tem ainda muitos rabos - de – palha, a precisarem de ser cuidadosamente limpos, com cuidados de bradar aos céus, como aos bebés!
    «Mas o senhor quer mesmo o RSE, RSI ou o raio que o parta (RQP)? Com esse corpanzil todo e dez anos de semeadura e capa preta?!»
    «Claro que sim, caro senhor, aos escravos dá-se brilho e novidade, mas o que eu mais desejo é o RSF que me vai fazendo passar os dias!»
    «Claro que há muito já ando desinserido do cheiro de capa dos meus: Voltaire, Rousseau, Montesquieu, Diderot, Montaigne, Dulaurens, do Abade de Grécourt, do Marquês d’Argens, do Perrault, do La Fontaine, do Espinosa e do Morheim, bem guardadinhos que estão no meu baú, pós Goês, como os moscas?
    É hora de libertá-los que agora há por aqui gente! Gente de carne e osso que é o melhor dos materiais!»

    ResponderEliminar
  13. Bom regresso! Já sentia a falta das suas crónicas.

    Neste momento estou a reler as crónicas de Luísa Dacosta, "A-Ver-O-Mar" e "Morrer a Ocidente", escrita maravilhosa; também tenho entre mãos "O Tempo das criadas", de Inês Brasão e "As mulheres da fonte nova", de Alice Brito, que só folheei.

    ResponderEliminar
  14. Cunundrum, da Jan Morris (no Kindle)

    ResponderEliminar
  15. Eu sou recente por aqui mas hei-de ficar.

    E (ainda) ando mergulhada no "On the Road" do Kerouac e "Amsterdam, a brief life of the city" de Geert Mak.

    ResponderEliminar
  16. Claro que estamos aqui! Ansiosamente à sua espera, como se pode contatar :)
    Acabei agora de ler um fantástico livro de contos intitulado Cemitério de Elefantes, do Dalton Trevisan , Prémio Camões 2021. Confesso que desconhecia este autor estava curiosa de descobrir a sua obra. Encontrei este livro por acaso e em boa hora o comprei: belíssimos contos, alguns deles muito curtinhos, mas de uma enorme dimensão. A sua escrita é, por vezes , desarmante: apenas contém o essencial Não há palavras a mais ou a menos: apenas as necessárias. Gostei imenso do livro e recomendo-o a todos os Amigos Extraordinários.
    Ontem comecei o último do Juan Marsé A Caligrafia dos Sonhos e ainda vou muito no início. Mas parece-me excelente, claro. Tal com o Rabo de Lagartixas que adorei.
    Fico feliz por a termos de volta.:)

    ResponderEliminar
  17. Cláudia da Silva Tomazi3 de setembro de 2012 às 06:35

    Olá, bom dia a todos!

    Bem vindo setembro.

    ResponderEliminar
  18. Estou a ler "A Voz da Terra" de Miguel Real. Denso, divertido, interessante, difícil de interromper quando o sono já reclama pela sua vez de entrar em cena.
    Um beijinho, Rosário

    ResponderEliminar
  19. ''A coisa à volta do teu pescoço'' de Chimamanda N. Adichie

    ResponderEliminar
  20. Tinha de se falar novamente nas mamãs e no Grey!
    Estou a ler "Servidão Humana" de Somerset Maugham.
    E tenho "Adoecer" de Hélia Correia por ler. Li da autora "Lilias Fraser" Adorei!

    ResponderEliminar
  21. Dublinesca, Enrique Vila-Matas. Ler, apreender e parender!
    Joaquim Gonçalves
    Bom trabalho, Maria do Rosário. Estou à espera de coisas boas.

    ResponderEliminar
  22. Acabado de "engolir", que isto nem é bem ler:

    Praxedes Mulher e Filhos" de André Brun.

    Boas leituras, para todos!

    ResponderEliminar
  23. Já deu para perceber que este regresso de MRP vai proporcionar neste blogue o recomeço da "luta" que é o debate de ideias, o que agrada, naturalmente, e no qual, confesso, não tenho tido coragem de participar.
    Em agosto continuei a desenhar cavalos, e na leitura fui por "O legado de Nhô Filili " de Luís Urgais , que não conhecia, e Dalai Lama, pequeno livro que saiu no JL . Ainda assisti, na Figueira da Foz, à apresentação de "Memórias Da Luz e outros poemas" (Antologia 1961-2009) do meu conterrâneo António Augusto Menano e que agora estou a ler.
    Para MRP e todos os "lutadores" os meus cumprimentos.

    ResponderEliminar
  24. Ora cá estamos de novo... Acabei de ler "As mulheres do meu pai" de José Eduardo Agualusa. Gosto muito do "som" do Agualusa.

    ResponderEliminar
  25. Rosário ... estava a ver que demorava esse regresso. Vou buscar o banco e trazer café !

    ResponderEliminar
  26. Também estou a ler Hélia Correira, mas o Lillias Fraser... mais vale tarde que nunca!

    Só li umas 70/80 páginas mas já posso garantir que é um excelente romance, muito bem escrito. É o primeiro que leio desta autora e só me posso culpar a mim próprio por a descobrir só agora, o livro andou anos a ganhar pó na estante!

    ResponderEliminar
  27. Bem-vinda de volta. Decobri este blogue há poucos meses e nem sempre passo por aqui, mas tenho gostado do que leio...
    ´
    Da Hélia Correia li Lillias Frasier e gostei muitíssimo. Mas fiquei ainda mais encantada com o seu mais recente livrinho (é um livro ENORME, no fim das contas) de poesia: A Terceira Miséria. Recomendo VIVAMENTE. A ler e a reler.
    Pergunta que a poeta coloca à partida: Para que servem os poetas/Em tempos de indigência? Uma evocação da Grécia e de toda a cultura europeia...
    Para mim, o melhor livro de poesia do ano.

    Terei de ler Adoecer. Mas por agora tenho em mãos um romance deslumbrante de um autor que há muito queria descobrir: Gente Independente, de Halldor Laxness.

    ResponderEliminar
  28. Bem-vinda de volta, nós por aqui estávamos à espera!

    Leio os "Cadernos de Pickwick", de Dickens, embora esteja a demorar (são mais de 900 páginas!) estou a gostar imenso das aventuras dos quatro amigos no século XIX.

    Quanto às "sombras de Grey", confirma-se então a classificação da Time Out como "porno para mamãs"?

    ResponderEliminar
  29. Sim estou por cá e estava à espera da reentada. Eu ando a ler "As velas ardem até ao fim" de Sándor Márai. Edições D. Quixote.

    ResponderEliminar
  30. Só me lembrei a esta hora que já era dia de ter voltado de férias, e vim ler/ver o blogue. Normalmente leio mas não comento, hoje porém vou responder à chamada. 'A farewell to arms ' de Ernest Hemingway , ed. Penguin Books (1961).

    Bom regresso ao trabalho.

    ResponderEliminar
  31. Com este título é irresistível não comentar :)
    Estou a ler Os Crimes do Lago das Tristezas de Erin Hart e senti a falta durante as férias de passar por aqui :)

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. Os Crimes do Lago das Tristezas é um excelente livro. Além da história ser rica e bem elaborada, o vocabulário que a autora utiliza é rico também.

      Tenho ainda de ler o outro livro da autora.

      Eliminar
  32. António Luiz Pacheco3 de setembro de 2012 às 15:15

    Desculpem o atraso! Tive um dia ocupadíssimo e sem net , sem luz por 5 dias e sem água por 6... vale o gerador e a água do furo no estaleiro... que tomar banho de cuia é-me normal!
    Por aqui tudo demora e o pessoal que julga gostar de passeios em TT (todo-o-terreno) havia de vir aqui passar um mês... nunca mais iam olhar para um jipe ou sofreriam de arrepios na alma cada vez que vissem um caminho de terra!

    Vivam e revivam todos... depois deste espaço de vazio extraordinário, aí estão novos e veteranos, prontos a horar !!!

    Livros... ai o que eu vou sofrer!!! Olá... porque os malditos pesam como chumbo e por causa dos manuais de que precisarei, não pude trazer senão o excelente "Caravelas" Olivier Ikor ) e "Uma fazenda em África" (João Pedro Marques). Este muito bom e gostei muito... mas me fez pensar que a diferença para o meu Largueza (a parte passada em Angola) é quase nenhuma... e porque é que de facto não consegui interessar a editora?
    Ele há coisas que custam a tragar...

    Saudações cá do Planalto Central!!!

    PS - Sai em Outubro a biografia de António Gedeão! Não deixemos de o seguir e prevenir!!!

    ResponderEliminar
  33. "Está aí alguém?" Está, pois.
    Isabel

    ResponderEliminar

  34. Feliz com o seu regresso.

    Estou a ler 'Fernando de Magalhães - Para além do fim do Mundo', de Laurence Bergreen.

    ResponderEliminar
  35. Olá. Imagino que esta será a primeira de muitas vezes.

    Estou a ler "O Espectáculo da Vida", de Richard Dawkins. Um livro sobre a evolução, mas que se lê como um romance.

    ResponderEliminar
  36. Não,não mudei de casa.Senti muito a sua falta.Que bom é tê-la de volta!
    O que estou a ler?Comecei ontem"ATÉ AO FIM DA TERRA" de David Grossman.
    Entretanto fico à espera do seu livro,que comprarei assim que saia,e de nos encontrarmos na "Arquivo", aquando do seu lançamento por cá.

    ResponderEliminar
  37. Espero que termine a leitura de Adoecer de Hélia Correia, para poder disfrutar da sua opinião, isto é, da sua sábia e conceituada opinião. Li esse livro e sinceramente foi uma leitura que me tocou de tal maneira que só de pensar nessa leitura sinto prazer. Pois posso dizer que foi uma das leituras que mais me agradou.

    ResponderEliminar
  38. É bom tê-la de volta e estar de volta. Estou mesmo a acabar uma colectânea de contos sobre a amizade, recolhidos por Inês Pedrosa: «Os melhores amigos». Tem estilos muito diferentes. Gostei imenso do conto do Manuel Ribas. Mais uma vez confirma-se: adoro contos. E já lá tenho mais um de contos à espera, desta vez da autoria de Sophia de Mello Breyner Andersen.

    ResponderEliminar
  39. Sempre presente. As minhas férias começaram esta semana, aproveitar para ler, escrever, fotografar e passear.

    Como companhia escolhi: "Portugal", de Miguel Torga. Fantástica a visão deste autor em relação às regiões e cidades deste belo país. Recomendo.

    Manuel Joaquim Sousa
    Passem pelo meu blogue em:

    bloguedomanel.blogs.sapo.pt

    ResponderEliminar
  40. Agradou-me bastante o teu blog.
    beijos :)

    ResponderEliminar
  41. Cá estamos para mais uma "época". Nenhum milionário blogue russo me veio buscar, por isso passo ao que interessa e adianto que ando às voltas com Papéis inesperados, de Crotázar.

    Boas leituras!

    ResponderEliminar
  42. Bem-vinda!

    Estou a ler "O Poder das Emoções Positivas", de Américo Baptista". Deixei as ficções de parte e estou a aprender algumas "lições".

    ResponderEliminar
  43. Também tenho A Terra Assombrada, mas para já ainda estou a terminar Os Crimes do Lago das Tristezas (foi óptimo ter conseguido livros como estes com os preços especiais da Leya :).

    ResponderEliminar

Enviar um comentário

Mensagens populares deste blogue

Em Berlim

O que ando a ler

O principal e o acessório