Livro do Dia

Num momento em que as vendas dos livros estão cada vez mais baixas (não estarão as de tudo?) e nos queixamos muito de que o espaço para falar de livros nos meios de comunicação social é manifestamente insuficiente (mas havemos sempre de nos queixar disto, porque para nós os livros merecem sempre mais), é de saudar um novo apontamento diário na TSF dedicado à leitura. Chama-se Livro do Dia e é assinado por esse grande jornalista que é Carlos Vaz Marques, excelente entrevistador e homem culto, mas de discurso acessível e empático. Três vezes ao dia (de manhã, à hora do almoço e ao fim da tarde) seremos, pois, brindados com uma sugestão de leitura. Começou ontem e, se Deus quiser – e a TSF também – há-de prolongar-se por muito tempo. Obrigada a Carlos Vaz Marques por esta ajuda.

Comentários

  1. Então e qual é que foi o primeiro livro do dia? Parece-me um dado sine qua non haverá muitos comments!

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    1. Do site da TSF:

      «Baku, últimos dias», de Olivier Rolin
      Ontem
      Baku é a capital do Azerbaijão. O escritor francês Olivier Rolin ficou lá, de passagem, numa certa noite de 2003, e inventou nessa cidade, num quarto de hotel de Baku, a sua própria morte futura. Chegou mesmo a publicar um livro do qual constava uma nota biográfica onde se podia ler que Olivier Rolin morreria em Baku, em 2009. O livro saiu em 2004.

      À medida que o tempo foi passando e que 2009 se aproximava, começou a nascer em Olivier Rolin uma certa inquietação: e se a ficção antecipasse a realidade? «Eu devia forçosamente ir a Baku em 2009 e permanecer lá o tempo suficiente para dar à ficção sobre a minha morte nas margens do mar Cáspio uma hipótese razoável de se realizar».

      É claro que a ficção não se tornou realidade. Olivier Rolin voltou de Baku, vivinho da silva, como se pode comprovar lendo este livro, que é simultaneamente um relato de viagem e um delírio literário. Um livro cheio de ironia e sobretudo de auto-ironia. «Fiz o que pude mas o amanhã não estava escrito. Ou pelo menos não como eu o lera. Regressei vivo. Significará isso que sou eterno? Não creio. Espero bem que não.»

      O Livro do Dia: «Baku, últimos dias», de Olivier Rolin (tradução de Manuela Torres), edição Sextante.

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    2. Amigo Courinha :

      Já recebi o seu livro. Muito obrigada!
      Irei lê-lo em breve. Dir-lhe-ei, depois, da minha justiça:)
      Gostei imenso da dedicatória. E o endereço está o máximo! Pode crer que, mais cedo ou mais tarde, o livro será da minha filha...
      Um grato abraço.

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    3. Ai, Ai que inveja da ana b.! O amigo foi mais rápido a enviar o livro do que eu a pedí-lo emprestado. Sendo assim, acho que vou reconsiderar a oferta...ainda por cima com dedicatória...
      Irei ainda a tempo? (bem sei que a sorte não bate duas vezes à mesma porta!!!)
      Isabel

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  2. Também fui espreitar e foi um pulinho da tsf à primeira bicada obviamente anónima na iniciativa de Carlos Vaz Marques: que "em 3 livros, ele garante que escolhe 1 que não seja da Tinta da China…". Presumo assim que haja ligação, mas pouco me interessa desde que os livros sejam bons. Já por aqui vi comentários parecidos e tenho a noção que quem sempre vê interesses escondidos nas ações dos outros é um potencial prevaricador à primeira hipótese que se lhe apresente.

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    1. E assim acabei por, ingenuamente, publicitar um comentário que me irritou. Peço desculpa, já não consigo apagá-lo.

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  3. António Luiz Pacheco6 de março de 2012 às 05:11

    Não vou certamente poder acompanhar, mas é uma boa notícia!
    Nas rádios e tv comenta-se de tudo e fala-se de tudo... dando-se um espaço excessivo quer à política quer ao "humor". Afinal os livros não são um extraordinário tema de conversa?
    Talvez o descubram e se fale mais...

    PS
    Pela minha parte, não se rale Paulo!

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    1. Caríssimo:

      Faça como eu: ouvi, ontem à noite, pela net . São 5 minutos, se tanto, e ouve quando lhe dá mais jeito. Gosto muito de programas sobre livros e, particularmente, do Carlos Vaz Marques: adoro as entrevistas que ele faz para a Ler. Ele é excelente, sem dúvida.

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    2. António Luiz Pacheco6 de março de 2012 às 09:19

      Obrigado Ana B. !!!
      E como? Ou seja... há um endereço para isso?
      Lembre-se que está a falar com um barrão que em termos internáuticos está só na pedra polida... ainda não chegou aos metais! Eheheh!

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    3. Envio-lhe o link :

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    4. http://www.tsf.pt/Programas/programa.aspx?content_id=2316097&audio_id=2345038

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  4. Também gosto muito do Carlos Daz Traques, e a forma como ele consegue trabalhar para uma editora e ser divulgador de livros ao mesmo tempo é digna dos melhores acrobatas das cortes do Renascimento.

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    1. ... a forma como ele consegue trabalhar para uma editora e ser divulgador de livros ao mesmo tempo...?!!!

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    2. O Sr. Oliveira anda perdido, confuso, sei lá, tadinho...

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    3. Ando, ando!, e muito obrigado pela preocupação demonstrada, mas andamos todos um pouco, não andamos?

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    4. O senhor Oliveira não sabe qual a editora aludida, mas tem vergonha de o admitir, porque o senhor Oliveira nunca pode admitir não saber nada (aliás, como o seu homónimo que Deus tem em eterno descanso)...

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    5. Epá, deslarga-me! Os anónimos é que são todos homónimos.

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    6. Viva! Uma briga! O que é que se passa aqui? Posso participar da contenda?

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    7. Por amor de Deus, há coisas piores; ó Paulo deixe o homem tratar da vida dele; prejudicará ele alguém? quanto muito poderá beneficiar!

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    8. Be my guest. Um desses cavaleiros solitários que cavalgam anónimos a pradaria digital em busca de emoções distinguiu-me com a sua irada atenção, ou vice-versa. Um fait-diver sem interesse e lateral aos interesses aqui expressos diariamente. Peço-vos desculpa, mas nem sempre resisto.

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    9. Claro que não era ao Paulo que as minhas palavras se dirigiam mas ao anónimo (anónimo=aquele que não dá a cara nem sai de cima.....)

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    10. O Oliveira também queria publicar um livreco na Tinta da China mas não deu. A ver se o esfreganço aqui no blogue da doutora lhe dá uma chance na Leya...

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    11. Eh!, por uma vez dou-lhe inteira razão: só podia mesmo ser um livreco. Paz!

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  5. A que horas? cinco minutos de programa, claro...

    E como a nossa rádio (os nossos jornais) falam tão pouco de livros....

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  6. Diria que a baixa nas vendas trás à tona um refinamento literário, aliado a um circuito necessário de atenção privilegiada como de exposição diária em análises, o bom senso.

    Aliás, conferi ontem através da (econet) o prestigiado Correntes d’Escrita 2012, e da estima meus parabéns aos organizadores e participantes, inclusive ressalto prezando os depoimentos de expressões literárias, e no tocante recrudesce, além movimento que então vitrine da cultura e da candura portuguesa, rumam nova dimensão nos termos da mídia mundial, cuja responsabilidade e importância tem demarcado um espaço considerável.

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    1. Cláudia, podia traduzir?

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    2. António Luiz Pacheco6 de março de 2012 às 09:16

      Meu Caro Anónimo
      Se me permite... dou-lhe uma ajudasita:
      Passei ali pela Flor do Mato, consultei o Zé Pincel, o Manel dos Amiais e o Rui Japão, só não encontrei o Jaquim e a Mariazinha da Formiga que costumam lá parar a esta hora, ainda em estado de se perceber o que dizem... Helás, Mas os outros concordaram com a minha interpretação das palavras da nossa Extraordinária amiga.
      Dizem eles que nem o Álvaro conseguiria melhor!

      " A inversão do rácio dos resultados, tem o efeito inverso na qualidade da escrita, alavancando o potencial mercado por efeito de um esperado acréscimo na sua notoriedade: prova de maturidade.
      Prevê-se que através da segmentação ocorra o reforço das características endógenas da cultura portuguesa, e redunde no seu crescimento à escala global, com a conquista de novos espaços e consolidação da sua solidez nos mercados externos. "

      Portanto considere-o uma cortesia do Bairro Ribatejano!
      Saudações Antónias!

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    3. Perfeitamente Maturidade, est!

      O refino da literatura é ao mesmo tempo o aprimorar da escrita com resgate de vocabulário que oriente e sugere, um suporte a nova geração. Ora, pelo menos aqui no Brasil, nunca se editou, tantos títulos com: 600, 800 e até, mais de mil páginas... E ao adquirir um livro de 900 páginas, estamos levando o que normalmente seriam dois, ou três, títulos. Desta forma caracterizamos neste milênio, uma espécie de "fome de leitura", uma descoberta da intimidade e da possibilidade da juventude em libertar-se da angústia e das incertezas da vida. Haja vista a consciência dos pais e até mesmo, de modismo salutar, ao empenho, deste leitor jovem, pelo critério de conhecimento e de preparo para projetar-se profissionalmente. Porém, a cobrança tem contribuído, e irradia como tendência para o público de modo geral. E, atento o escritor, deve suavizar os sentidos, para cativar este segmento de futuro, na dinâmica imparcial que aponta, por encontrar-se em livros que revelam maior leveza e identidade, que pelo visto são os temas de sempre, curiosamente eternizando o amor.

      Um abraço sul americano a todos os colegas da global sala.

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    4. Estimado Pacheco, parece que você pegou um daqueles touros a unha, mesmo. Não seriam saudações Antoninas...

      Grata, pela cortesia Ribatejana. Aliás quando sai a próxima obra, pelo menos tem algum tema em vista?

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    5. Não se sabe, ao certo, o que veio à tona. Porém, o que foi atirado, sem dó nem piedade, às profundezas foi o coitadinho do verbo trazer. Andasse por aqui Pessoa, por ele mesmo ou no dizer de algum de seus heterónimos (eram quatro? - Cláudia saberá responder, e bem ...) e sair-se-ia com um "ó filha, esquece os acordos ortográficos e concentra-te nos acertos ortográficos, OK?" E, depois, ajeitando os óculos, olharia o horizonte e sussurraria: "deve ser do absinto, só pode ..." ....

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    6. António Luiz Pacheco6 de março de 2012 às 13:56

      Hum... o verbo trazêr ? BR Atão ólha:
      Trócestes'aqui uma óp'rt'nidade!
      Logo, a gente trócémos'aqui a resposta.

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    7. António Luiz Pacheco6 de março de 2012 às 13:57

      Pena o corrector ser tão drástico...

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    8. António Luiz Pacheco6 de março de 2012 às 14:51

      TUNGA?

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    9. Grata pela explicação, saudações Antônimas!
      Perfeitamente compreensível da origem.

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    10. António Luiz Pacheco6 de março de 2012 às 15:08

      Às ordes!
      Diz-se aqui no Ribatéijo!

      Ólhe, cum'ó paíz'éi piqueno, in calhando a gente incontra-se...

      E cum'eu na sou assim munto dessas coisas da coltura... já sabe... éi capaz d'incuntrar aquilo c'anda à précura...

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    11. António Luiz Pacheco6 de março de 2012 às 15:12

      Inganê-me... ist'éi p'ó anónemo... leva um murro no s quêxos c'atéi fica arrelampado!
      Pôs'atão!
      Ólhó!

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    12. António Luiz Pacheco6 de março de 2012 às 15:24

      Grato pela atenção!

      Estou numa fase de reflexão...
      Sinceramente acho que teria material para publicar algumas reflexões sobre África numa perspectiva da I pessoa, e falo de comer jibóia, não de andar atrás das catorzinhas ...
      Não seria interessante...o pessoal quer é catorzinhas e coisas assim... querem lá saber de um cinquentão com problemas de consciência?
      Que viu os leões matarem o 47ª miúdo nesse ano...
      Por outro lado, dezenas de artigos onde falo, por exemplo do que é ser confrontado ás 4 da matina com uma comitiva de 20 velhos que vinham saber se era verdade "que estão portugueses na Equimina "... é capaz de ser de todo anti-bloco de esquerda e a sua esfera de influência... portanto nada de publicável

      Uma coisa lhe digo... as minhas memórias ninguém as apaga... de Iquique a Pemba , passando pela Lucira , Pangane , Mali Losinj , Arraial do Cabo ou Sagres...

      Pois!
      Ando a tratar de semear milho...

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    13. tu tás m´aprometer purrada, hóme? Qu´eu inté xou pexoa de paiz e xou bem capaiz de m´infiar tum lá no fundu a dondi foi parar o verbu da sôtoura cláudia, cu sôtor xabe cuméquié: quim tem cu tem miufa, ó xe tem ....

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    14. António Luiz Pacheco6 de março de 2012 às 15:33

      Tou pois! E cum'a tu teins cú teins mêdo, ó na éras anónemo... já se sabe!
      Éin t'apanhando cómes'as'as! Já sabes...
      Olá!
      Tamém escreves c'u acordo ortográfeco?
      Ê cá é o qu'intendo...
      T'ás a ver
      Cuida-te, qu'já sabes... c'andot'incuntrar levas uma carga da purráda!

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    15. ó mê filhu, tu pôpa-me qu´eu já num tenhu idade pra cargas de purrádas, qu`aqui os oxitos já tão fracótes e tu tás maluco óquê? eu andu sempre em desacôrdo e nem sê se drumo s´acórdo e quandu drumo tenho pexadelus e xe tou acordádo sonho ca noxa extraodinaríxima cláudia ...

      bônôte, companhêro, cagóra vô prá palhoxa ...

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    16. António Luiz Pacheco6 de março de 2012 às 16:35

      Hum... a gente um dia encontremo-nos...
      Já m'acunteceu antes. Eheheh!
      E eles cáguen'se sempre, ahahah!
      Ópois a'gente lóg'vêi... pód's crêr!
      Anónemo...

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  7. Acabei de ouvir um anúncio na SIC, sobre a criação de um Clube do Livro, neste canal.

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  8. Isto está a parecer-me outra vez um filme do Fellini ...
    Para não destoar, agora que acabou o jogo em que o modesto SLB eliminou os milionários de Putin, vou – com o meu cachecol azul-e-branco, umas gotas de Yamazaki Single Malt e apenas meia-perna em fora-de-jogo, que faz frio aqui em Amarante – pôr de novo a tocar a música de Nino Rota.
    Que rico século XXI!
    Celebremos o dia em que, não obstante a austeridade, chutamos para fora-de-jogo os duvidosos russos, mas, ainda assim, passamos a ter, pela TSF, o Livro Nosso de Cada Dia.
    Com as últimas gotas, brinda-vos e cumprimenta-vos o vosso
    J. Jordão

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    1. António Luiz Pacheco6 de março de 2012 às 16:38

      Modesto... o clube que eliminou o Machéster?
      Ò companheiro...
      Esságora...

      Ahahah!

      Um abraço a todos!

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  9. Vicente Lopes Saudade6 de março de 2012 às 19:58

    CVM...
    Adoro o Pessoal e Transmissível
    E o Governo Sombra...

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  10. António Luiz Pacheco6 de março de 2012 às 22:24

    Bons dias a todos:

    Olhem que eu estava a brincar!
    Não posso nem quero ser responsável por baixar o nível deste espaço extraordinário!
    E daí ter-me dirigido ao "anónemo " segundo o tom otográfico em que me exprimi... ou jocoso.
    de resto julgo que ele percebeu e me respondeu no mesmo tom... é que até os anónimos podem servir para fazer deste espaço aquilo que ele é!
    De qualquer modo as minhas desculpas se choquei alguém!

    Um bom dia para todos!
    Saudações matinais cá do campo!
    A gente semos assim!

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    1. Diverti-me imenso ao ler essa prosa, foi para mim o começo de um dia que se anunciou bom.
      Saudações.
      Isabel

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    2. ... e eu, "anónemo", em papel de trinta e cinco linhas, com selo já pago, venho, por este meio, declarar que apenas foi minha intenção fazer uma chacota com o nosso extraordinário amigo Pacheco, homem que, como todos os que são do campo, tem enorme sabedoria e, como tal, sabe brincar e tornar a vida mais leve e simples.

      Corremos apenas, ele e eu, o enorme risco de sermos enxotados daqui para fora pela Sra. Rosário que nos poderá mandar brincar em outra seara.

      Mas, como viver é um risco...

      Desejos de um alegre dia para todos acompanhados de meu pedido de desculpa pelo excesso de "purrádas".

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