Tome nota e arquive
No ano passado, estava em Lisboa Mário Lúcio Sousa – actual ministro da Cultura de Cabo Verde e autor do livro O Novíssimo Testamento –, fizemos em Leiria, na Livraria Arquivo, uma bonita sessão sobre a nova literatura lusófona, também com a presença de João Tordo e Vasco Luís Curado. A Arquivo é uma livraria muito especial, de gente que gosta mesmo de livros, e estas conversas têm sempre público interessado e, graças a Deus, perguntador. Amanhã repetiremos a dose às 18h30, de novo com a ajuda de João Tordo – que falará de Anatomia dos Mártires – e com a preciosa colaboração de David Machado e Nuno Camarneiro, cujos romances Deixem Falar as Pedras e No Meu Peito não Cabem Pássaros saíram em 2011. Se estiverem por perto, não percam as vozes da nova geração. Caso contrário, leiam-nas e não se arrependerão.
Tome Nota e Agende
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Tome Nota e Agende
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E pronto. Está "curado" o post anterior.
ResponderEliminarPena eu não estar por Leiria
Eis, que são os votos ao encontro. Por minha vez e certamente outros tantos, quiçá pelo ensejo de solução vind’oura (econet) e diga-se do próximo, pela possibilidade atual de tele-conferências cujo público neste caso, defender-se-ia com recurso em universidades e livrarias, estampado fluxo permitir-se-ia a integração criativa para a literatura, estimando não somente o Brasil, mas em nível de continentes onde a língua portuguesa ou dos ditos cidadãos em idioma na cruzada lusófona, almejam o diferencial em projectos educativos, acomoda inclusive o anseio de ilustres visitas.
ResponderEliminarDesta feita, por certo que milhares vão estar perto.
Descartes, quer dizer-nos que independente do pensamento ainda sentia-se uma coisa.
EliminarMinha Estimada Cláudia :
EliminarE, se me é permitido acrescentar, usando essa forma e meios, seria possível termos acesso aos escritores, falem eles português ou castelhano, pelo Mundo inteiro! O que seria bem interessante.
As salas não faltam, em auditórios, salas de leitura, bibliotecas, universidades...
Esperemos que a sua sugestão vingue!
Cumprimentos cá desta banda atlântica.
Estimado e atencioso Courinha, a discussão e solução a língua portuguesa desvia do tema cartesiano por força da humildade e causa.
EliminarCertamente que sim, apenas sugeri pois há pessoas com maior respaldo e interesse no assunto, como no caso das editoras.
EliminarPermito-me discordar muito ligeiramente, ou melhor dizendo acrescentar que, além das editoras, cujo interesse é óbvio, a fórmula por si sugerida interessa igualmente às academias... à universidade e às escolas. Estas poderiam deste modo dinamizar os clubes de leitura por exemplo e promover o contacto com os escritores, de aquém e além mar. Os latinos sobretudo.
EliminarCumprimentos
Pois bem, anime-se o mundo apenas compreende a dimensão do efeito, os recursos são presente para profusão de quem os disponibilize. É agradável saber das possibilidades e que muito trariam satisfação de experiências de viva voz do autor e no desdobramento de sua obra em diferentes continentes.
EliminarSim! Esperemos que esta conversa chegue aos ouvidos indicados...
EliminarCumprimentos
Foi a Cláudia que escreve aquela frase. I am... watching you...
EliminarEstimado Pacheco, confesso do egoísmo, que assim aprenderia a verdadeira Língua Portuguesa!
EliminarCumprimentos do atlântico sul
Ah!ah!ah !
EliminarSe permite, claro, e porque não estou a rir de si mas da sua própria conclusão.
O Humor é sem dúvida uma manifestação de inteligência!
Com a maior estima, creia!
Excelente Pacheco, o que aconteceu com o champagne, com a pizza napolitana e poderia citar outros do registo, procedência e qualidade. Na década de setenta era preenchido em todas as escolas do Brasil, cabeçalho com a matéria Língua Nacional, logo após as cartilhas Expressão e Gramática Portuguesa, e nos anos oitenta somente Língua Portuguesa até os atuais, porém em nada surpreenderia o surgir Língua Lusófona, por quê?
EliminarCreio que dando uma volta pelo Mundo onde se fala a língua portuguesa, concluiremos por força que o que se fala hoje é capaz de ser já essa lusofonia... sem desprimor para a língua-mãe , o português que será a língua de base.
EliminarJulgo que há uma semelhança ao latim! Havia o erudito e o outro... creio que o erudito foi o que ficou porque era o dos livros e da comunicação, o outro era o falado por todo o império e deu origem a diversos idiomas, julgo que por se ir misturando com eles.
Diria que é o que diferencia uma língua viva de uma língua morta.
A minha Amiga está dentro desta temática... e
quem sou eu para estar a falar destas coisas?
Decente morada é esquecer os cruéis
Eliminarcorrenteza é sabedoria em ditos fiéis
eloquência pinta de vossa fortaleza
por matizes mirai-vos na natureza
traga oh’ sossego teu rio e corredeiras
mostrar-te-ei a lua cândida e trigueira
viste o sol como voa ao infinito
aquele abrigo encerraria teu grito
expresso posto, sois vital renascer
fora recanto e elevar-te-á o sentido
teu latim singra idades ao tempo
quiseras d’este elogio a fonte viver
seja a língua por regato bem-vindo
pairando serás a canção do campo.
Sem palavras...
EliminarO que posso eu dizer?
Sou um rústico! Mas mas não isento de insensibilidade !
Porque tosco, entendo o que diz!
Não sou cruel...sou um caçador e a minha correnteza é a de sempre, a da vida!
Como os rios!
Assisto ao vôo do Sol e do infinito... sou como eles! E renasço nas presas que mato, e como e incorporo em mim!
E reviverão! Como eu, em mim!
E assim vivo, e revivo...
Fantástico...
que andam a boer ?...
EliminarAhahah!
EliminarEu cá... é chá! Preto, com um pouco de jasmim e uma rodela de laranja. Não ponho açúcar e sim um pouco de mel...
É servido?
Gostava que todos tivéssemos o cuidado de comentar apenas quando necessário (ou se estivéssemos muito incomodados), assim quem tenta seguir este blogue - no qual deposita interesse e expectativa -, não se desilude com esta enxurrada de coisas que pouco têm que ver com o assunto do post. Grato pela atenção dispensada ao assunto.
EliminarHum.. é capaz de ter razão, sim...
EliminarMas por outro lado, se calhar é o que dá vida ao blog...
Quem sou eu...
É a premência germânica de produtividade a impor as suas regras em todos os ramos da actividade humana.
EliminarOBRIGADO!!!
EliminarDe nada! Mas tem de admitir que aquele último post da Cláudia, dentro ou fora do contexto do post (depende do ponto de vista) é bonito!
EliminarDiria até Extraordinário... como as horas que aqui passamos.
Como é que se manda um abraço anónimo?
Ora... isto também é virtual...
O OBRIGADO era dirigido ao Anónimo que pediu contenção nos comentários, não a si, caro ALP. Lamento se fui mal interpretado.
EliminarOra... obrigado de qualquer forma, só pelo prazer que tenho em aqui vir e ler coisas com tanto interesse e até instructivas , lembrem-se que não sou pessoa das letras e pertenço a um outro Mundo, embora fascinado por este. E, sobretudo poder participar!
EliminarPortanto digo na mesma obrigado e mais a todos (anónimos ou não) que o fazem com elevação e educadamente .
Os anónimos (e eu percebo muito bem as razões de anonimatos, que adivinho) deviam era começar a numerar-se: Anónimo 1, 2, etc. conforme fossem postando em cada tema e por ordem de chegada... assim o anónimo 1 podia dizer de sua justiça por 3 vezes, sem se confundir com o anónimo 2 que vinha só "mandar uma boca" ou o anónimo 3 que vinha responder ao 1, e por aí fora.
E digo isto sem ironia. Talvez ajudasse ao entendimento quase perfeito neste espaço Extraordinário.
Um abraço extraordinário a todos!
E não deixem de ler o excelente "DEIXEM FALAR AS PEDRAS" - David Machado
ResponderEliminarEstive lá e gostei bastante! Podem (e devem) continuar. Não é só Lisboa que merece.
ResponderEliminarObrigada.