Estou ansiosa por ler o Gonçalo M. Tavares, cada vez fico mais curiosa. Por acaso, não comprei este, na Feira do Livro do Porto e, sim, "Aprender a Rezar na Era da Técnica" e "Jerusalém".
Os parabéns são mais que merecidos, pois contra factos não há argumentos. O Gonçalo M. Tavares tem o condão de ser um escritor dono de uma imaginação e escritas prodigiosas. Já é um grande entre os grandes.
Confesso - com vergonha! - que ainda não li nada dele e o facto de ele nunca ter lido nada meu não é justificação - eheheh ! (Foi uma tentativa de ser engraçado...)
Dentro de duas semanas irei passar uma temporada a Angola, uns 3 meses por sítios esquecidos dos homens que não de Deus! A leitura - para mim - é fundamental para o avião e algum isolamento que vou ter. Estou a "escrever" na cabeça um romance que reflicta estas voltas, situações e coisas que vou vendo e vivendo... já tenho o título: "Não tem Domingo na Equimina !" . Como computador não vou ter disponível (o meu ainda é a petróleo, mas não vai dar...) tomarei notas para juntar às muitas que já tenho.
Alguém me ajude... qual o livro de Gonçalo M. Tavares que levariam para uma viagem para locais remotos? Para ler à luz de vela?
Mª do Rosário quer-me ajudar? Afinal a Senhora é quem melhor o conhece... Obrigado e parabéns ao Autor!
É merecido. Já li "Jerusalém" e gostei. É bastante complexo, mas genial na simplicidade ao mesmo tempo. Recentemente, creio que na Coreia do Sul, um editor nativo, ao apresentar o livro de GMT, disse que ele irá superar Saramago, no que toca à universalidade e conhecimento da sua obra.
Já li Jerusalém, Aprender a Rezar..., um e outro dos Senhores e tenho ali a Viagem já iniciada por concluir: ainda vou em Londres. O que me aborrece em relação a este autor é o facto de estarem sempre a dizer que vai ser o nosso próximo Nobel, mas espero que ele não se preocupe com isso e que continue seu caminho único.
Comecei precisamente por ler a Viagem à Índia e segui para Jerusalém. Confesso que prefiro o primeiro. De vez em quando ainda me vêm à memória algumas passagens e personagens, como se ainda estivesse a ler o livro... Quando comecei, cheguei a pensar que era uma boa colectânea de frases citáveis, algumas delas com um sentido de humor fantástico, outras, com uma profundidade bem disfarçada... Muito bom, sem dúvida. Prémio merecido!
Estão aí todos? Mesmo todos? Espero bem que sim. Fecharam-se as portas da casa antiga para sempre e agora temos de viver neste apartamento experimental para onde trouxe o básico, mas que ainda necessitará provavelmente de umas obras. De vez em quando, farei os meus erros ou faltarei à chamada, tirando talvez tempo para aprender a arrumar este novo espaço. Veremos como corre. Por favor, vão dando o vosso feedback. Ora, num regresso ao passado, tomo o primeiro dia do mês para falar do melhor livro que li nas férias: chama-se Pirilampo e foi escrito por Natalia Litvinova, uma bielorrussa que vive em Buenos Aires desde os dez anos (foi para lá em 1996) e que escreve em espanhol, tendo ganho o Prémio Lumen de Romance com este seu livro que fala essencialmente de uma família que vivia muito perto de Chernobyl quando se deu a explosão na Central Nuclear e da influência desse incidente na vida de todos. Com avanços e recuos, a autora compõe as memórias (algumas inventadas) da narrad...
No dia do lançamento do novo romance de valter hugo mãe, encontrei imensa gente indignada com o facto de o autor da crítica ao livro publicada no Ípsilon da véspera – outro escritor (José Riço Direitinho) – lhe ter dado apenas duas estrelas e meia. A indignação, porém, não vinha só de se dar nota quase negativa ao romance (cinco estrelas é o máximo) – até porque algumas das pessoas escandalizadas ainda não o tinham lido –, mas de, nesse mesmo suplemento, terem sido classificados com quatro estrelas livros de autores de um nível literário francamente mais baixo, como José Rodrigues dos Santos ou Mónica Marques. Na verdade, se os leitores se guiarem por estas classificações para saberem que livros devem ou não ler, a situação pode ser perigosa e extremamente injusta, na medida em que qualquer das obras de um Escritor (com E), mesmo que gore de algum modo as expectativas dos seus leitores, será sempre infinitamente melhor leitura do que uma ficção menor. Parece-me, porém, que o critério ...
Há muitas razões para não se simpatizar com certas pessoas e empresas, e já sabemos que em Portugal somos peritos em detestar quem tem dinheiro e quem tem sucesso. Não surpreende, por isso, que ao primeiro desaire do festival Babell (o atraso do conferencista inaugural e a falta de auriculares para todos os membros do público ouvirem a tradução simultânea), caísse tudo em cima a martirizar os responsáveis. Foi chato, calculo, ficar duas horas ao sol à espera da vedeta (apesar de a organização do festival ter oferecido chapéus, no que esteve bem); e, segundo percebi, pior foi não se ter apercebido logo de que o alemão seria a língua de comunicação da estrela do Oriente e usar a IA para a tradução, o que provocou risadas em certos casos. Porém, sendo a primeira vez de um festival destas proporções, vá lá, podiam perdoar estas falhas, tanto mais que, ao que leio por todo o lado, o resto foi um absoluto sucesso e encheu as medidas de todos os que puderam assistir às conversas de gr...
Estou ansiosa por ler o Gonçalo M. Tavares, cada vez fico mais curiosa. Por acaso, não comprei este, na Feira do Livro do Porto e, sim, "Aprender a Rezar na Era da Técnica" e "Jerusalém".
ResponderEliminarOs parabéns são mais que merecidos, pois contra factos não há argumentos. O Gonçalo M. Tavares tem o condão de ser um escritor dono de uma imaginação e escritas prodigiosas. Já é um grande entre os grandes.
ResponderEliminarConfesso - com vergonha! - que ainda não li nada dele e o facto de ele nunca ter lido nada meu não é justificação - eheheh !
ResponderEliminar(Foi uma tentativa de ser engraçado...)
Dentro de duas semanas irei passar uma temporada a Angola, uns 3 meses por sítios esquecidos dos homens que não de Deus!
A leitura - para mim - é fundamental para o avião e algum isolamento que vou ter. Estou a "escrever" na cabeça um romance que reflicta estas voltas, situações e coisas que vou vendo e vivendo... já tenho o título: "Não tem Domingo na Equimina !" . Como computador não vou ter disponível (o meu ainda é a petróleo, mas não vai dar...) tomarei notas para juntar às muitas que já tenho.
Alguém me ajude... qual o livro de Gonçalo M. Tavares que levariam para uma viagem para locais remotos? Para ler à luz de vela?
Mª do Rosário quer-me ajudar? Afinal a Senhora é quem melhor o conhece...
Obrigado e parabéns ao Autor!
Jerusalém, para começar. Mas prepare-se para um nó no estômago. E esqueça o Dr.a, por favor.
EliminarPerdão:
ResponderEliminarNão sei como os dedos saltaram-me o "drª" ...
As minhas respeitosas desculpas, afinal não andámos juntos na escola...
Belas notícias. Aplaudo esta atribuição bem merecida.
ResponderEliminarÉ merecido. Já li "Jerusalém" e gostei. É bastante complexo, mas genial na simplicidade ao mesmo tempo.
ResponderEliminarRecentemente, creio que na Coreia do Sul, um editor nativo, ao apresentar o livro de GMT, disse que ele irá superar Saramago, no que toca à universalidade e conhecimento da sua obra.
Já li Jerusalém, Aprender a Rezar..., um e outro dos Senhores e tenho ali a Viagem já iniciada por concluir: ainda vou em Londres. O que me aborrece em relação a este autor é o facto de estarem sempre a dizer que vai ser o nosso próximo Nobel, mas espero que ele não se preocupe com isso e que continue seu caminho único.
ResponderEliminarComecei precisamente por ler a Viagem à Índia e segui para Jerusalém. Confesso que prefiro o primeiro. De vez em quando ainda me vêm à memória algumas passagens e personagens, como se ainda estivesse a ler o livro... Quando comecei, cheguei a pensar que era uma boa colectânea de frases citáveis, algumas delas com um sentido de humor fantástico, outras, com uma profundidade bem disfarçada... Muito bom, sem dúvida. Prémio merecido!
ResponderEliminarSe o livro for interessante como o título, valerá a pena adquirir...
ResponderEliminarJerusalém... ontem tive de ir a Lisboa, e, já cá canta!
ResponderEliminarA Viagem à Índia, certamente será outra aquisição...
Vamos descobrindo coisas...
Confesso que Aprender a rezar na Era da técnica foi um dos melhores livros que li até hoje.
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