É hoje

Logo mais à tarde, será o lançamento do novo romance de Paulo Nogueira, O Amor É Um Lugar Comum. Excelente título, quanto a mim. Excelente romance também – sobre a amizade de pessoas maduras, o amor e as agruras e encantos da vida. A lembrar o filme Quatro Casamentos e Um Funeral, garante muitos momentos de diversão, e outros tantos de reflexão séria. Se quiserem aparecer, teremos muito gosto.


 


 

Comentários

  1. Infelizmente o Porto fica um pouco longe.
    Parabéns e que as descobertas continuem.

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  2. "A lembrar o filme Quatro Casamentos e Um Funeral" Também mete aquela cena do Hugh Grant no carro com uma prostituta? Ah não, essa é de outro filma, pois...

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  3. A capa é que, a bem dizer... olhe, opto pela separador da Euronews.. no comments

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  4. E quando é que os livros começam a ser apresentados a horas a que as mulheres com filhos não tenham de os ir buscar à escola, dar banho, jantar e meter na cama? Porque não à hora de almoço? Isto vem na continuação de um post muito comentado lá atrás sobre mulheres escritoras. Com as leitoras é semelhante...

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  5. Faço minhas as palavras escritas no comentário anterior. E..já agora...mais um lançamento de um autor masculino. Há uma dúvida que me assalta amiúde..sobre os novos talentos: Tenho constatado que no nosso panorama literário não há lugar para a edição de novas obras literárias de autores com escalão etário acima dos 50. Porque será? Os novos talentos são-no apenas pela idade? Qual o critério? A boa escrita independente da idade ou apenas e só, a boa escrita dos "novos" talentos?

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  6. Devo confessar que comprei o livro entusiasmado pelas palavras laudatórias da Maria do Rosário Pedreira, levei-o para um fim de semana prolongado, com a esperança, não de grande literatura, mas de uma escrita divertida sobre a agitada vida sentimental dos nossos dias. Enfim, pensei: nem todos os dias se tem disposição para ler Vila-Matas. Eu que até me diverti com os primeiros livros da Margarida Rebelo Pinto ! Mas a banalidade jornalística da escrita, os lugares comuns em catadupa, os desavergonhados piscar-de-olho ao leitor, as criancinhas tão típicas etão queridas, a mulher fatal de olhos verdes, desmazelada, de pele escura, tudo tão previsível, tudo tratado pela superfície dos fatos e sem exitações ou ambiguidades... Não consegui passar das 60 pgs. Margarida, volta que estás perdoada !

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    1. Mas ..não me diga que ainda gasta dinheiro com "este tipo de escrita"? Fui à Feira do Livro e não tenciono voltar para o ano , a continuar nos moldes em que está, ou seja: uma Feira das Vaidades, e promoção de livros como quem promove iogurtes ou outros produtos com prazo, facilmente perecíveis! Prefiro ir aos alfarrabistas...está bom de ver, só vende quem tem amigos "lá" nos sítios " estrategicamente bem colocados!
      Então se assim não é, como se compreende ( e nada tenho contra os senhores em questão - é apenas um exemplo) Miguel Sousa Tavares, José Rodrigues dos Santos, Fátima Lopes e afins servem-se dos mídia para publicitar o que escrevem! Uma pescadinha de rabo na boca a favor dos tais, assim consegue-se triunfar!! è que depois se são conhecidos, se são figuras públicas vendem e se vendem é porque são figuras públicas..ninguém compra o livro com o título "tal, tal, e tal" mas sim ...tenho de ir comprar o livro do MST ou o do Rodrigues dos santos ! Ah poizé ( desculpem o desabafo e obrigada pela oportunidade de poder "botar a boca no trombone", afinal vivemos em "democracia" , não é?

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    2. "pela superfície dos fatos" De que marca? Armani? Ermenegildo Zegna? E você gasta dinheiro a partir de sugestões da Dra. Rosário?! Em livros?! Meu deus...

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    3. Não costumo escrever comentários nos blogues que leio, mas hoje abro uma excepção. Gostaria de perguntar ao anónimo porque é que ele insiste em frequentar este espaço, se tem tão baixa opinião dele? É-me extremamente desagradável começar o dia e ter que me deparar com tanto azedume.

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  7. Jose Saramago, Fernando Campos, Teolinda Gersao, em Portugal e Eco (o romancista, entenda-se), no mundo, sao optimos exemplos de que "os novos autores", se crivados pelo criterio "idade" abafariam vozes unicas e importantes.
    Confesse-se que a precocidade nunca e´, por si, sinonimo de nada, excepto disso mesmo. Sera´ que a aposta das editoras nos novos-porque-novos visa o mercantilismo de ser previsivel que muito trabalhem, muito produzam e muito frutifiquem em lucros-lucros por terem pela frente mais tempo para o fazerem?

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  8. Será que não há aqui alguma falta de objectividade?
    MRP foi contratada pela Leya com uma função, já por aqui descrita vária vezes: procurar novos autores de ficção. E continuar com aqueles que já tem, como me parece óbvio.

    Por outro lado, se os velhos autores não são editados, como é que afinal os conhecem e lêem?

    "E quando é que os livros começam a ser apresentados a horas a que as mulheres com filhos não tenham de os ir buscar à escola, dar banho, jantar e meter na cama?" E porquê? As mulheres com filhos não têm maridos com filhos? Os maridos não sabem dar banho às crianças? Não sabem vestir o pijama às crianças? Não sabem ir buscar as crianças à escola?

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    1. Infelizmente, muitos pais demitem-se de grande parte dessas funções, mas nem sequer é o caso do meu marido. E não esqueçamos as mães sem marido, ou com os pais ausentes. Ontem, por exemplo, o pai, que estava em França, não podia mesmo.

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    2. É não deixá-los demitir-se. É obrigá-los a assumir a sua (deles) responsabilidade.
      É verdade que há mais mães sozinhas com filhos do que pais, embora também os haja.
      Mas um direito não se mantém por obra e graças dos outros, mas por obra e graça de quem o conquista e luta por ele.
      E a excepção da viagem não justifica a alteração. Já pensou em quantas pessoas não poderiam noutros horários?

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  9. Viva.

    O AMOR É UM LUGAR COMUM vem desmontar essa noção clássica do amor, que era uma coisa a que escritores , de ficção e poesia se agarravam.

    O Paulo tem que dominar muito bem essa área para tornar o amor um lugar comum.

    Desinteressante. Não posso deixar.

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