O que ando a ler
Estão aí todos? Mesmo todos? Espero bem que sim. Fecharam-se as portas da casa antiga para sempre e agora temos de viver neste apartamento experimental para onde trouxe o básico, mas que ainda necessitará provavelmente de umas obras. De vez em quando, farei os meus erros ou faltarei à chamada, tirando talvez tempo para aprender a arrumar este novo espaço. Veremos como corre. Por favor, vão dando o vosso feedback. Ora, num regresso ao passado, tomo o primeiro dia do mês para falar do melhor livro que li nas férias: chama-se Pirilampo e foi escrito por Natalia Litvinova, uma bielorrussa que vive em Buenos Aires desde os dez anos (foi para lá em 1996) e que escreve em espanhol, tendo ganho o Prémio Lumen de Romance com este seu livro que fala essencialmente de uma família que vivia muito perto de Chernobyl quando se deu a explosão na Central Nuclear e da influência desse incidente na vida de todos. Com avanços e recuos, a autora compõe as memórias (algumas inventadas) da narrad...
Lá estarei, ponto. Ainda não li nem comprei, mas onde está o Frei Bento Domingues, e mais uns quantos senhores desta terra, muito poucos, infelizmente, eu lá estou para os aprender.
ResponderEliminarBeijos, amiga.
olá,
ResponderEliminarchamo-me pedro e gostaria de lhe enviar um recorte dum jornal. uma mera curiosidade americana.
há possibilidade de me facultar um email seu para onde devo remeter o recorte?
(não estranhe este email. sou um mero tolo que também tem um blog e que lê o seu recomendado por uma amiga, daí destas coisas dos blogs.)
cumprimentos
pedro jaime
ResponderEliminarVocê diz muitos disparates e devia ter consciência disso...
Vejo que não percebeu as minhas intenções.
EliminarTudo bem.
Pedro
Das apresentações de livros mais bonitas e consistentes a que assisti; o texto excrito e lido pela Rosário foi brilhante, seguido duma apresentação fascinante do Frei Bento Domingues e, por fim, as palavras inteligentemente adequadas do próprio escritor e as três músicas encantadas e cantadas pelo escritor/músico a assinar um momento a lembrar com a naturalidade das coisas essenciais da vida. Vou ler o livro rapidamente, claro está! Obrigada.
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