A saga das estrelinhas
No dia do lançamento do novo romance de valter hugo mãe, encontrei imensa gente indignada com o facto de o autor da crítica ao livro publicada no Ípsilon da véspera – outro escritor (José Riço Direitinho) – lhe ter dado apenas duas estrelas e meia. A indignação, porém, não vinha só de se dar nota quase negativa ao romance (cinco estrelas é o máximo) – até porque algumas das pessoas escandalizadas ainda não o tinham lido –, mas de, nesse mesmo suplemento, terem sido classificados com quatro estrelas livros de autores de um nível literário francamente mais baixo, como José Rodrigues dos Santos ou Mónica Marques. Na verdade, se os leitores se guiarem por estas classificações para saberem que livros devem ou não ler, a situação pode ser perigosa e extremamente injusta, na medida em que qualquer das obras de um Escritor (com E), mesmo que gore de algum modo as expectativas dos seus leitores, será sempre infinitamente melhor leitura do que uma ficção menor. Parece-me, porém, que o critério ...
Lá estarei, ponto. Ainda não li nem comprei, mas onde está o Frei Bento Domingues, e mais uns quantos senhores desta terra, muito poucos, infelizmente, eu lá estou para os aprender.
ResponderEliminarBeijos, amiga.
olá,
ResponderEliminarchamo-me pedro e gostaria de lhe enviar um recorte dum jornal. uma mera curiosidade americana.
há possibilidade de me facultar um email seu para onde devo remeter o recorte?
(não estranhe este email. sou um mero tolo que também tem um blog e que lê o seu recomendado por uma amiga, daí destas coisas dos blogs.)
cumprimentos
pedro jaime
ResponderEliminarVocê diz muitos disparates e devia ter consciência disso...
Vejo que não percebeu as minhas intenções.
EliminarTudo bem.
Pedro
Das apresentações de livros mais bonitas e consistentes a que assisti; o texto excrito e lido pela Rosário foi brilhante, seguido duma apresentação fascinante do Frei Bento Domingues e, por fim, as palavras inteligentemente adequadas do próprio escritor e as três músicas encantadas e cantadas pelo escritor/músico a assinar um momento a lembrar com a naturalidade das coisas essenciais da vida. Vou ler o livro rapidamente, claro está! Obrigada.
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