Sobre a mesa muito se diz

Esta semana começou bem para Paulo Moreiras, autor de romances, e agora também de um belíssimo livro de curiosidades gastronómicas (e não só), intitulado Do Palito à Perdiz sobre a Mesa muito Se Diz. O enorme Fernando Alves, que em boa hora regressou à TSF, dedicou-lhe uma das suas maravilhosas crónicas, a de segunda-feira passada, que pode, de resto, escutar online na página da estação de rádio porque a prosa do Fernando vale mesmo a pena. Mas já a semana anterior tinha acabado bem para o Paulo Moreiras com um elogio a este seu livro naquele programa de que não se pode dizer o nome, desta feita pela boca do jornalista Carlos Vaz Marques, que lhe dedicou uns minutos entusiásticos. Paulo Moreiras, uma pessoa que gosta muito de ler, escrever, comer e beber, não raro junta tudo isto e faz admiráveis recolhas de costumes, aforismos, adivinhas, tradições, excertos coloridos de obras literárias, como foi o caso neste livro, do qual constam histórias divertidas sobre coisas tipicamente portuguesas, como o palito, a morcela, a ginjinha ou o tremoço. Um livro com design de Maria Manuel Lacerda que dá mesmo um belo presente. Obrigada por mais esta beldade literária, Paulo!


Perdiz.jpg

Comentários

  1. O Amigo e Extraordinário António Luiz Pacheco vai vibrar com este post.
    Parabéns ao Paulo Moreiras, pelo livro; à Maria Manuel Lacerda, pela capa.
    Naturalmente, um muito obrigado à anfitriã, Maria do Rosário, pela divulgação.
    Cumprimentos para todos, desde o Planalto.

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  2. adicionado à lista de presentes Natal 2026

    Boas Leituras (no blog ou na app)

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  3. António Luiz Pacheco16 de abril de 2026 às 05:33

    Já estou a vibrar! Dos pés à cabeça!!!!
    Ahahah!
    A minha mulher vai hoje à Bertrand comprar três exemplares, um para mim e outros dois para enviar para cá, para oferta a dois amigos que como eu (e o Paulo Moreiras) se interessam por estas coisas.
    Sou assumidamente grande fã deste autor, tendo a certeza de que me ia dar muitíssimo bem com ele, pelo que conheço de o ouvir e ler, Julgo que teria peito para me aturar.
    Tenho vários livros dele, romances e os outros, sendo deveras um autor prolixo e um investigador a quem interessa muito acompanhar nestas andanças gastronómicas e das tradições. Tudo do melhor!
    Não sei se por acaso, mas muitos escritores revelam esta faceta, epicurista, creio que lhe posso chamar assim, sendo apreciadores da boa mesa o que os torna bem-dispostos. Sem querer ofender a ninguém e muito menos aos "piscos", quem seja bom garfo é muitas vezes pessoa para se conversar e com interesse na vida, depois se consubstanciando em bons escritores!
    Vão perdoar o remoque, mas veganos e ascetas nunca conheci nenhum com grande interesse naquilo que tem para dizer, são como os beatos, só vêm as coisas pelo seu prisma, a última pessoa com quem gostaria de me sentar à mesa seria o prof. Fernando Pádua, eheheh! Já o Paulo Moreiras... seria bem vindo a uma reedição do nosso famoso almoço de escritores desalinhados que aconteceu em tempos, e, curiosamente todos se conhecendo a propósito do Horas Extraordinárias, bom, um par deles já se alinhou entretanto e até ganharam prémios, já o Paulo é um alinhado, porém seria bem vindo pela sua descontração e humor!
    Foi um almoço e tanto, também pela conversa tarde fora.

    Boas notícias como esta fazem sempre bem.
    Saudações cá de uma Cidade Morena a varrer lama!


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  4. Está na minha agenda para a Feira do Livro!

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  5. Como se diz seita em culinária? Jardineira à moda de Lisboa? Cataplana à Brás? Caneja de Infundice?

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