Debater a cultura

A Direcção-Geral do Livro, dos Arquivos e das Bibliotecas organiza, entre 15 e 22, no Centro Cultural de Belém, um interessante fórum que tem por nome O Lugar da Cultura: Modelos e Desafios e que pretende responder, entre muitas outras questões, às perguntas «Qual é o espaço que a cultura deve ocupar no século XXI?» e «Que modelo de desenvolvimento queremos?». Entre variadíssimos painéis de debate e colóquios com participantes nacionais e internacionais de nomeada, destaco – porque me parece extremamente importante para a difusão da língua portuguesa, que é talvez o nosso mais rico património – a sessão dedicada à internacionalização da literatura e da ilustração portuguesas no dia 17 às 10h00 da manhã, com a presença da escritora Dulce Maria Cardoso, de Harrie Lemmens (tradutor de português para neerlandês), de Federico Bertolazzi (tradutor de português para italiano e professor na Universidade de Roma), Isabel Minhós Martins (autora de livros infantis e editora da Planeta Tangerina), António Jorge Gonçalves (ilustrador), Fernando Pinto do Amaral (pelo Plano Nacional de Leitura) e José Manuel Cortês (director-geral do Livro, dos Arquivos e das Bibliotecas). Um pouco mais tarde, às 11h30, serão entregues prémios de ilustração a João Fazenda (meu parceiro no livro A Minha Primeira Amália), António Jorge Gonçalves e Yara Kono. A partir do dia seguinte, as sessões serão abertas ao público, mediante a lotação da sala, mas as inscrições podem ser feitas através do link:


https://pt.surveymonkey.com/s/lvro


O programa completo pode ser consultado aqui:


http://olugardacultura.pt/


 


 

Comentários

  1. Obrigada pela divulgação:)

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  2. António Luiz Pacheco13 de abril de 2015 às 03:53

    Debater a cultura...

    É um tema oportuno, interessante e importante!
    Mas, estará ele bem apresentado?

    Pelo que vi, é reduzido e redutor, parece que a cultura é a da escrita? Então devia começar-se por aí, por debater uma a uma as diversas formas de cultura, pois que as há!

    Numa época como esta em que estamos, do modernismo e da comunicação, sobretudo de uma grande confusão na sociedade, há culturas e formas de cultura que alguns resolvem que o não são e pretendem acabar com elas, em nome da modernidade e sensibilidades ditadas por modas e sobretudo pelo afastamento delas (culturas) e pela intolerância que hoje mais do que nunca, grassa.

    Como é que se pode advogar a extinção de áreas de cultura, quando se pretendem impor outras? A despeito de serem milenares e virem do fundo dos tempos da humanidade?

    Saudações culturais e preocupadas cá da Cidade Morena, onde ontem descobri na Baía Azul, um clube de jazz! Admirado? Nem por isso...

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    Respostas
    1. Ah, se consultar o programa perceberá que se vai falar de tudo. Política, economia, tudinho!

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    2. Não estará fazendo tempestade em copo de água?

      Não há seminário ou conferência ou ciclo de conferências que esgotem o tema da cultura:) Estes são apenas alguns modos de abordagem. E só vai quem quer. E quem pode.

      Também não me parece, neste caso específico, que se cinja à escrita ainda que lhe dê predominância - afinal, do que fica, parte é o que se escreve sobre. Ainda que isso mesmo seja efémero, dura um pouco mais.

      Está contemplado o cinema, por exemplo.

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    3. António Luiz Pacheco13 de abril de 2015 às 07:33

      Tem toda a razão... comentei sem ter lido o programa, e errei portanto na avaliação feita, pois percebi mal!

      Mas não tira nada ao que eu disse, excepto que não é redutor, é até bem largo, e realmente uma pena estar-me vedado ir assistir.

      Saudações penalizadas, cá da Cidade Morena.

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  3. Claudia da Silva Tomazi13 de abril de 2015 às 06:13

    Claro, excelente tema.

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  4. Obrigado pelo alerta. Já me inscrevi.

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